Silas Malafaia é réu em processo aceito por juíza e o pastor detona a magistrada

processo
Silas Malafaia processado

O Pastor Silas Malafaia já começa seu 2019 sendo réu de processo. Ele está sendo acusado de improbidade administrativa pelo Ministério Publico do Rio de Janeiro. Em 2012, quando ele ainda era líder do Comerj(Conselho dos ministros evangélicos do Estado do Rio de Janeiro) ele recebeu cerca de 1,6 milhões de reais para organizar a famosa Marcha para Jesus.

A juíza Mirela Erbisti que recebeu a investigação, aceitou a denúncia e iniciou o processo contra o Silas Malafaia. Ele por sua vez, foi as redes sociais e prometeu que vai provar que a atitude da juíza é apenas perseguição religiosa contra ele.

Pastor Malafaia tira o chapéu e puxa a “sardinha” pra Edir Macedo

A juíza também acusa o prefeito do Rio na época , Eduardo Paes, o Comerj, um ex-secretário da casa Civil e a prefeitura do Rio de Janeiro, pois deveriam ter tido mais zelo com o dinheiro público.

Segundo Mirela,”há indícios suficientes da participação de cada um dos demandados na prática do ato ímpro”. A juíza alegou que Silas Malafaia teria se beneficiado pessoalmente do evento que usou em benefício próprio.

“Ele teria “se locupletado com o evento,eis que era presidente e representante legal da Comerj,esta a beneficiárias direta do ato ímprobo”, completou Erbisti.

Apesar da juíza ser uma feminista de carteirinha e ter uma forte inclinação para a esquerda, muitos internautas , mesmo evangélicos, acabaram concordando com ela. Eles sustentaram a idéia de que se o carnaval não pode receber mais verba pública ou mesmo a parada gay, a Marcha pra Jesus também não o deveria.

Pastor que se envolveu em crime de assassinato de jornalista é preso

Malafaia gravou o vídeo muito chateado e disse que a juíza “não é digna nem de usar a toga”.A internet está mesmo no aguardo do prometido vídeo que joga dúvidas sobre a parcialidade da juíza e se ela tem mesmo critério para julgar a questão.

https://www.youtube.com/watch?v=k-cqpcQGMI8
Comentários
Botão Voltar ao topo