Cantora de músicas evangélicas recusa rótulo de cantora gospel

Cantora de músicas evangélica recusa rótulo de cantora gospel

A cantora “gospel” Prisicilla Alcântara cresceu lendo “Crônicas de Nárnia” e passou a reproduzir como ensinamentos na sua rede social. Ela ainda leu a Bíblia sobre “milagres de Cristo”. Mas não aceita o título de cantora gospel.

Com apenas 22 anos, Priscilla Alcântara ainda lê Nárnia. Recentemente em publicação no seu oinstagram ela falou sobre o assunto.

“Quando quero falar com Deus leio Nárnia”, escreveu ela na postagem onde exibia Best Seller, e outros eram ostentados em prateleiras na parede de seu quarto.

Com tantas polêmicas, e comportamentos nada “evangélico”, ela mesmo publicou vários vídeos cantando músicas do falecido Michael Jackson de quem declarou ser fã.

“Eu não me considero uma cantora gospel. O que seria isso? Uma pessoa que só canta o quê? Não tenho preconceito com o termo, é mercadológico, mas a minha arte vai muito mais além.”, disse ela em entrevista ao G1.

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Ela muito mais cantora pop do que cantora gospel ou cantora evangélica. Em seu álbum mais recente “Gente”, de novembro passado, ela ganhou uma enxurrada de críticas negativas por parte dos evangélico, pois na composição da cantora Deus não esteve presente em nenhuma estrofe.

Ao falar sobre as igrejas evangélicas no Brasil ela foi cautelosa e bem resumida. “Jesus tem, sim, sido bem representado, mas tem uma parte do fã-clube que dá umas mancadas.”

“Não tem como generalizar, eu gosto de focar naquilo é bom. Em tudo aquilo que você procurar, vai ter defeito, uma parte ruim, uma parte um pouquinho mais estragada. Assim como outras coisas, a igreja no Brasil tem seus defeitos, mas também existem pessoas que têm representado Cristo de uma maneira excelente.”

Segundo a cantora, Jesus deixou de ser Filho de Deus, passou a ser um “cara”, mas um cara inteligente.

“Jesus não era só um cara que fazia coisas metafísicas ou se preocupava só em curar uma doença. Ele era inteligente, tinha resposta para coisas naturais, para política, como cidadão, se envolvia na sociedade como todo.”, disse.

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