Brasil

Printerest é acusado de censurar conteúdo cristão

O site alega que as medidas são para a própria proteção dos usuários.

 

O Printerest tem censurado temas cristão da sua plataforma, bem-comportada versículos bíblicos de acordo com informações do site “Project Veritas”. A famosa rede social, se baseia no compartilhamento de fotos e inspirações.

“Os documentos, incluem o código do produto, os mensageiros de folga e as políticas internas, e revelam os termos e serviços web que o Pinterest parece censurar”, argumentou o site, explicando sobre arquivos publicados na rede social-democrata forma mais detalhada.

Além disso, algumas imagens divulgadas denunciam uma certa “lista negra”, onde o Printerest classifica alguns assuntos como sendo “inseguros” para o site. Com isso , alguns termos como “cristianismo” e “versículos da Bíblia” foram achados no documento.

O fundador do Project Veritas, James O’Keefe, teve uma conversa com um dos funcionários da plataforma. O homem deu detalhes sobre como a censura acontece. A conversa foi linkada e postada no Twitter.

Quando eu escrevo a palavra ‘cristão’ algo interessante acontece. ‘Cristão’ está sendo bloqueado para que seja completado automaticamente”, contou ele.

Com isso, o entrevistador automaticamente questionou a imparcialidade e neutralidade da empresa nos assuntos em geral. Sendo assim, foi solicitado um pronunciamento do site, para que o mesmo desse explicações plausíveis para que ocorresse a censura.

O Printerest, por sua vez não demorou muito para lançar uma resposta.

“O conteúdo religioso é permitido no Pinterest, e muitas pessoas usam o nosso serviço para encontrar e salvar pinos inspirados por suas crenças. Para proteger nossos usuários de ser atacado com base em características pessoais como a sua religião, têm políticas em vigor para os anúncios e as recomendações não aparecem ao lado de certos termos”, explicou a empresa.

  1. O assunto tem levantado uma série de questionamentos nas redes sociais. Pois a temática delicada estaria diretamente relacionada a casos de intolerância religiosa. Cabe ao público agora, procurar saber se os argumentos utilizados pelo site são realmente válidos ao observar por exemplo, se o documento publicado cita alguma outra religião além do cristianismo.
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