Brasil

Médico pode sofrer penalidades por falar de Jesus e orar por pacientes

o Dr está sendo einvestigado após um paciente se dizer desconfortavel com as orações

O Dr. Richard Scott, um médico cristão está sendo investigado pelo Conselho Geral de Medicina (CMG, em inglês) e corre o risco de ser afastado do seu cargo pelo órgão regulador médico.

O motivo da possível punição, seria o fato de que ele estaria falando sobre jesus para os pacientes e orando por eles.

Desta forma, a sociedade Secular Nacional efetuou uma queixa de que no mês de maio, ele teria colocado um paciente em uma “situação desconfortável” ao orar por ele

O CMG, afirmou ter a obrigação de investigar o caso se percebesse que a “queixa levantava questões sobre a capacidade do médico de praticar suas atividades profissionais com segurança ou se ameaçava a confiança do público”.

O médico exerce seu trabalho há mais de 40 anos e é associado ao Centro Médico Bethesda, que conta em seu site que a maioria dos que trabalham na clínica são cristãos e que “sua fé orienta a maneira pela qual eles veem seu trabalho e responsabilidades para com os pacientes e funcionários”.

Entretanto, o site deixa claro que os assuntos de fé são uma escolha do paciente.

“Os médicos sentem que conversar com você sobre questões espirituais é de grande benefício. Se você não deseja isso, isso é seu direito e não afetará sua assistência médica”, diz o site.

“Por favor, informe o médico (ou deixe um recado para o gerente da clínica) se você não quiser falar sobre questões de fé,” conclui.

Em uma entrevista ao The Sunday, o Dr. Scott afirmou que: “Eles estão se curvando ao secularismo agressivo. Eles estão lá para garantir a segurança pública, mas estão transformando isso em um grande caso”.

Em apoio ao Dr. Scott, Tim Dieppe, chefe de políticas públicas da Christian Concern se posicionou contra a decisão do GMC em realizar uma investigação “quando tudo o que o Dr. Scott está fazendo é mostrar preocupação e cuidado por toda a pessoa, incluindo o espiritual, emocional e psicológico mais amplo”.

“Estamos nos perguntando sobre a adequação da investigação, em primeiro lugar, porque tudo o que aconteceu aqui é que ele teve conversas com alguns pacientes ocasionalmente – ele estima cerca de um em 40, o que não é muito – e ele só faz isso quando o paciente concorda”, acrescentou ele.

“É sempre quando ele já fez o diagnóstico médico e quando o paciente está feliz por ter essa conversa,” concluiu.

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