Flordelis é entrevistada e rasga o verbo e faz revelação bombástica sobre morte do marido

Deputada estava cansada e visivelmente abalada

A cantora e deputada Flordelis concedeu uma entrevista ao site Pleno News com exclusidade para falar de toda polêmica que envolveu  o assassinato do seu esposo Anderson do Carmo. Dois filhos da cantora estão presos e são suspeitos de terem executado o pastor por uma possível traição dele a Flordelis.

A polícia está investigando o verdadeiro motivo da execução já que descartou as hipóteses de latrocínio,que Flordelis tanto defende,como crime político.

Anderson era esposo de flordelis há mais de 25 anos e era também o articulador político da campanha dela.Anderson também era o líder do PSD no Rio de Janeiro  e uma das pessoas mais influentes do meio gospel.

A deputada aceitou recebe a equipe do Pleno que foi até sua casa em Niterói e abriu o coração e esclareceu tudo o que pôde sobre os fatos que tomaram uma grande proporção na mídia.

Leia na íntegra a primeira entrevista da Deputada Flordelis depois da tragédia que levou a vida de seu estimado esposo:

O que acha sobre esta coincidência de seus dois filhos serem detidos exatamente neste momento de investigações e sobre a possibilidade de serem suspeitos de homicídio contra o pai?
Não podem dizer nada sem uma prova. Meus filhos foram presos por outros crimes. O Flávio cometeu violência doméstica faz muito tempo. E foi violência verbal e não física. E nesta terça mesmo, a ex-mulher dele vai retirar a queixa. O Lucas fez 18 anos neste mês. É meu filho adotivo e se envolveu com tráfico de drogas quando era menor de idade. Ele foi transferido para uma unidade do Degase para cumprir um mandado antigo. Vai ficar lá por três meses e depois será libertado. E ainda o levaram para uma delegacia errada. Ele foi parar na Delegacia de Homicídios. E eu pergunto: por que foram querer cumprir este mandado só agora? Tem muito sensacionalismo em cima de tudo isso.

Como avalia a ação da polícia que executou uma ordem de prisão de seu filho no ambiente de um enterro e bem no sepultamento de um familiar?
A polícia queria “aparecer”. Minha filha conta que os mesmos policiais que levaram meu filho também estavam na cerimônia de velório em nossa igreja na noite anterior. Por que não agiram naquele momento, mas só no enterro? Vou avaliar tudo isso e vou entrar com uma ação com tudo o que for cabível.

O laudo da necropsia feito pela polícia mostra que o pastor teve 30 ferimentos pelo corpo. A maior parte foi nas costas, peito e região da virilha. Acha que foi uma execução?
Não. E isso é uma inverdade. Nós ouvimos apenas seis tiros. Estão falando em 30 tiros, 60 tiros. E vão inventando. Ele teve 12 perfurações e mais as duas perfurações que encontraram no carro. Ou seja, um total de 14. Chegaram a dizer que não seria possível abrir o caixão porque meu marido estaria com o rosto desfigurado, já que tinha levado muitos tiros. Mas eu mandei abrir o caixão e o rosto dele estava normal. Ninguém me chamou ou chamou alguém da família para ir ao IML checar alguma coisa. Mas foi meu sobrinho que vestiu ele e disse que ele não estava cheio de furos.

Nós fizemos a foto da localização marcada de todos os projéteis encontrados pela perícia. E não passam de oito. E agora também estão dizendo que meu marido estuprava os filhos, que era pedófilo. Quanta mentira.

Você mantém a sua versão de que você e seu esposo chegaram tarde de noite, colocaram o carro na garagem e ele foi surpreendido por bandidos?
Nós saímos de casa por volta de meia-noite e fomos dar uma volta na Zona Sul do Rio. Estou acostumada a chegar tarde em casa. Estou sempre em viagens e eventos. Chego tarde de cidades como Itaperuna ou da Baixada Fluminense. E nesta noite nós chegamos por volta de 2:45 hs. Estacionamos na garagem. Eu subi para nosso quarto, tirei o sapato, coloquei minha bolsa na cômoda. Desci de novo e descalça e vi que uma das portas da casa estava aberta. Era a porta onde existe uma sala de roupas, um closet grande, que dá direto na garagem. Foi quando falei para ele não esquecer de fechar o portão e voltei a subir. Ainda fui falar com alguns filhos que estavam acordados, fui ao banheiro. E então ouvimos seis tiros seguidos.

Eu fiquei nervosa e comecei a gritar: “Aconteceu algo com seu pai! Ajuda!” Não me deixaram ver o que tinha acontecido. Dois dos meus filhos ajudaram e nos levaram para o hospital Niterói D’or. Lá eu estava com a pressão tão alta que a médica não permitiu que eu visse meu marido. E só me informou que ele já estava morto. No dia seguinte, a perícia esteve em minha casa e eu fui depor na delegacia.

A equipe da perícia apenas me disse que não tinham encontrado nenhuma impressão digital no carro. Apenas as dos meus filhos. O carro, inclusive, tem alguns amassos pequenos. São algumas pancadas que indicam que pode ter acontecido luta corporal.

Meu marido havia ido até o carro para pegar uma mochila e depois deve ter entrado no quarto de roupas. Deve ter tirado a blusa e a calça. Foi quando algo aconteceu, que fez com que ele saísse de cueca, segurando a blusa na mão. Estava muito escuro. A garagem é escura e nós temos um portão na frente e na parte de trás da casa, que é bem escuro. Depois dos tiros, meu marido estava caído ao lado do carro, com a chave do carro agarrada em sua mão e a blusa agarrada na outra.

Com certeza, meu marido jamais sairia da casa usando cueca. Ele devia estar trocando de roupa no quarto de baixo para depois subir.

Você acha que ele deve ter enfrentado a pessoa que o atacou?
Sim! Ele não tem medo. Ele sempre enfrentou bandido. E eu costumava dizer para ele sempre entregar tudo em caso de assalto. A nossa rua tem histórias de assaltos. Tem um vizinho médico que já teve o carro roubado. Minhas filhas já foram assaltadas. Infelizmente, acho que ele tentou reagir.

Certa vez, roubaram o celular dele no centro da cidade, e ele correu atrás do assaltante até conseguir pegar a pessoa e o celular. Outra vez, assaltaram o carro em que eu e ele estávamos e os bandidos estavam de fuzil. Mesmo assim, ele discutiu com os assaltantes e levou um soco e mandaram ele calar a boca. Ele não se entregava, não baixava a cabeça e lutava. Isso era dele.

Você fala de motoqueiros que poderiam estar seguindo vocês.
Quando voltamos do Rio, decidimos vir pelo bairro de São Francisco. Foi quando vi a moto e achei estranho e comentei. Como ele não ficou preocupado, eu resolvi jogar meu joguinho no celular e ficar tranquila. Ao chegar em nossa rua, vi alguns carros estacionados e entre eles tinha um carro prata parado e com a lanterna acesa. Mas eu já estava na porta de casa. Ele abriu o portão, colocou o carro na garagem e não fechou o portão. E eu não sei quantos bandidos eram. Se um ou dois ou três.

Existem boatos de que vocês não teriam saído. Vocês estariam em casa quando tudo aconteceu. E que o homicídio pode ter acontecido por vingança, já que seu marido poderia estar traindo você.
Na delegacia me perguntaram sobre alguma suspeita dele estar me traindo. Eu respondi que, pelo que sei, meu marido não estava me traindo. Que eu saiba, nunca vi nada. Disse que poderiam entrar em minhas redes sociais e investigar minha vida com ele. Nós estávamos muito bem. Nunca percebi nenhum envolvimento de meu marido com ninguém. Podem até dizer que eu estou tentando proteger. Mas ele nunca saia sozinho, estava sempre com um filho ou com outro, trabalhando sem parar. Como ele teria tempo para isso?

O que pensa sobre a fala do governador Wilson Witzel que disse que uma das suspeitas para o crime é que um dos filhos adotivos do casal tenha cometido o crime?
Na verdade, eles querem achar algo, querem resolver o caso, já que o da Marielle não foi resolvido. Não só o da Marielle. Aponte pra mim crimes no Rio de Janeiro que foram resolvidos. E eu sou uma pessoa pública, não sou só uma deputada federal, sou de uma grande igreja, sou uma cantora gospel e de uma grande gravadora e o governador achou de me pegar como bode expiatório para dar uma resposta à população porque ele está sendo cobrado. Ele não está sendo cobrado por este crime. Está sendo cobrado por toda a violência que acontece no Rio de Janeiro. Agora me usar para isso eu não vou permitir.

Seus filhos estavam em casa quando tudo aconteceu, sejam acordados ou dormindo?
Sim. Alguns deles, os maiores ajudaram.

Os cachorros estavam mesmo dopados?
Eles não latiram na hora do ocorrido. Mas morrem de medo de barulho, de fogos e de tiros. Agora estão tristes como nós estamos. Vamos aguardar os exames.

E sobre a suspeita do crime ter ocorrido devido à uma desavença familiar?
Não existe isso. Não aconteceu nenhuma desavença familiar em casa nos últimos dias. Nunca alguém veio nos cobrar alguma coisa, seja dívida ou não. E quem cuida de nossa vida financeira é o nosso filho Mizael e André. Quem sabe pode ter sido uma tentativa de sequestro? Não sei.

Fonte: Pleno News

 

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Sandra
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Sandra

Não entendi! Ela disse que os filhos não deixaram ver o que havia acontecido, depois fala que viu ele caído de cueca e uma blusa na mão! Explica aí! Outra coisa, já que deu tempo de contar os tiros, o que acho impossível em meio ao ocorrido, se ela disse ter supostamente ouvido 6 tiros, pq disse que havia 14 perfurações?

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