Brasil

Médicos optam por largar emprego pra não terem que realizar aborto ou cirurgia de gênero

Governo Trump entra na tentativa de fazer passar leis a fim de garantir a liberdade de consciência dos profissionais da área de saúde

Conforme dados do Gospel Prime, existe, nos Estados Unidos, um forte debate envolvendo o direito de consciência que tem posto médicos e enfermeiros contra os seus empregados assim que se encontram de frente aos casos onde são obrigados a executar procedimentos onde se opõem por motivos morais.

Dois exemplos são: a prática do aborto e a da cirurgia de mudança de gênero.

O caso é tão delicado que o governo Trump tem feito novos regulamentos com o intuito de implementar e fazer valer cerca de 25 leis de consciência.

À CBN News, o Dr Davis Stevens, que é o CEO emérito da Christian Medical & Dental Associations (CMDA), informou sobre a importância da defesa do direito de consciência.

“O direito de consciência é a liberdade de praticar atendimento médico de acordo com suas convicções religiosas, morais ou éticas profundamente enraizadas”.

Uma pesquisa feita pela Heart + Mind Strategies revela que os norte-americanos se encontram ao lado dos médicos e do direito de consciência dos mesmos.

Para 83% das pessoas que foram entrevistadas, médicos e enfermeiros não podem ser obrigados a praticar procedimentos que eles são contra moralmente. O estudo também deixou explícito que 85% das mulheres permanecem com essa visão.

“Também vimos um forte acordo entre as filiações partidárias: 93% dos republicanos, 78% dos democratas, 81% dos independentes e 76% dos libertários”, afirmou Greg Schleppenbach, da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), que ajudou com o patrocinamento da pesquisa.

Ainda dentro da pesquisa, para 91% dos médicos cristãos, uma opção seria largar os seus empregos caso tivessem que violar a sua consciência.

“Enquanto conversamos com nossos membros, essa é a questãos mais importante para eles. E eles percebem que se perdermos essa batalha, eles não estarão mais praticando medicina”, analisou Steven.

A pesquisa também revela que 97% dos profissionais de saúde baseados na fé mantêm a insistência de cuidar de pacientes em necessidade, não importando a sua orientação sexual, identificação de gênero ou casamento homossexual.

Apesar disso, eles relatam terem sido feitos de vítimas de preconceito em motivo de sua fé.Um clássico caso foi da enfermeira de Vermont que foi obrigada a fazer parte de um aborto e logo em seguida foi demitida, o que resultou num processo contra o Estado.

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