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Ex evangelista da Assembléia de Deus de Santa Catarina usa canal no Youtube para fazer denúncias graves

O ex evangelista faz denúncias polêmicas à respeito da igreja Assembléia de Deus

Ex evangelista da Assembléia de Deus de Santa Catarina usa canal no Youtube para fazer denúncias graves
Zion (foto: Retirada do Youtube)

Um ex Evangelista da Igreja Assembleia de Deus, mantém um canal no YouTube onde ele faz denúncias gravíssimas sobre a Igreja Assembleia de Deus, e sua convenção em Santa Catarina.

O canal no YouTube tem alcançado milhares de assinantes e segundo o ex Evangelista, ele tem recebido ameaças por conta das denúncias que ele tem feito.

Várias pessoas também tem procurado o Evangelista, e segundo um vídeo postado em seu canal, também foi pastor da Igreja Filadélfia, entre outros cargos dentro de algumas denominações.
No canal ‘fala Zion’, o evangelista fala sobre os cargos que ele exerceu dentro da igreja e do salário que ele recebia, no vídeo ele também apresenta documentos aonde pode-se constatar que ele recebia menos que um salário mínimo.

Segundo ele o valor que ele recebia nunca passou de R$ 400,00 sendo insuficiente para que ele sustentasse a sua família E os seus filhos. Pode-se encontrar também no canal fala Zion, várias denúncias envolvendo o congresso Gideões, que acontece em Camboriú Santa Catarina.

Segundo o próprio Zion, ele não vai parar de fazer as denúncias disse ele em um de seus vídeos, o canal no YouTube tem causado um grande alvoroço nos bastidores da Assembleia de Deus no Estado de Santa Catarina, devido a gravidade das denúncias, fiéis tem questionado a transparência do departamento financeiro das Convenções que administram a igreja no estado, por diversos escândalos envolvendo a igreja Assembleia de Deus terem vindo à tona através do canal fala Zion.

Em um vídeo, Zion apresenta as credenciais da época em que ele fazia parte da igreja Assembléia de Deus, em Santa Catarina. No mesmo vídeo Zion faz algumas denúncias ao departamento financeiro da igreja, onde ele diz que a convenção oprime os seus obreiros, que fazem parte da mesma.
As denúncias tem ganhado força nas redes sociais.

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