Trump nomeia pregadora da teologia da prosperidade como conselheira espiritual da Casa Branca

Amizade já dura 18 anos

Trump nomeia pregadora da teologia da prosperidade como conselheira espiritual da Casa Branca

Trump nomeia pregadora da teologia da prosperidade como conselheira espiritual da Casa Branca. Paula White, uma das representantes da tão polêmica teologia da prosperidade nos Estados Unidos volta ao cargo de conselheira espiritual da Casa Branca.

A princípio, a televangelista foi nomeada pelo presidente americano Donald Trump com quem tem amizade a 18 anos. White já era conselheira espiritual desde o começo do governo Trump em 2017, mas não era algo oficial.

Porém, agora White vai integrar um cargo oficial no Gabinete de Contato do Chefe do Executivo, trabalhando como conselheira na Iniciativa Fé e Oportunidade.

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Curiosamente, a iniciativa de fé e oportunidade é um órgão que procura associar os interesses da igreja junto ao governo, fortalecendo o vínculo entre o grupo religioso e o governo:

“Essas organizações levantam pessoas, mantêm as famílias fortes e resolvem problemas no nível local,entretanto, o poder executivo quer que as organizações comunitárias e religiosas, na máxima oportunidade permitida por lei, concorram em igualdade de condições com concessões, contratos, programas e outras oportunidades de financiamento federal”, explica um documento divulgado pela Casa Branca, segundo o Christian Post.

E ainda continuou:

“Os esforços das organizações religiosas e comunitárias são essenciais para revitalizar as comunidades, e o Governo Federal acolhe oportunidades de formar parcerias com essas organizações por meio de iniciativas inovadoras, mensuráveis ​​e orientadas a resultados”, acrescenta.

Contudo, a imprensa internacional de esquerda, como o jornal El País e o New York Times, acreditam que isso é uma jogada política de Trump para agradar e se aproximar dos evangélicos, visando a eleição do próximo ano.

“Enquanto Trump faz campanha para um segundo mandato, ele não pode perder o apoio dos conservadores religiosos que votaram nele em 2016 em números significativos . Sem o apoio deles, seu caminho para a reeleição seria significativamente mais estreito”, conclui o NYT.

 

 

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