Brasil

Ex-ativista que se tornou evangélica é acusada de receber Auxílio Emergencial, mas se diz inocente

De acordo com o Dataprev, o pedido feito em nome de Sara ocorreu no dia 19 de maio

 

Sara Winter, apoia Bolsonaro
Sara Winter, ex ativista  apoiadora de Bolsonaro

Sara Winter, que ficou conhecida esse ano depois de ser apoiadora fervorosa do presidente Jair Bolsonaro veio a público essa semana dizer que seus dados pessoas foram usados de forma indevida para solicitar o Auxílio Emergencial disponibilizado pelo governo durante a pandemia do coronavírus.

Segundo Sara Winter, depois que informações pessoas foram vazadas nas redes sociais pelo site Anonymous, sua vida virou um inferno, e golpistas teriam usado essas informações para conseguir dinheiro do governo, dando a entender que ela que tinha feito o pedido.

Diante das acusações, Sara fez um vídeo na internet esclarecendo os fatos, e aproveitou para dizer que vai processa a Deputado Federal, Joice Hasselmann depois que a mesma acusou a líder do grupo 300 do Brasil de solicitar o benefício de forma indevida.

“Urgente: Joice Hasselmann me acusou de ter solicitado o auxílio emergencial. Mentira! Nunca solicitei! Eu e minha equipe jurídica iremos registrar ocorrência e tomar todas as medidas cabíveis contra quem utilizou meus dados e contra quem espalha fake news, não importa se for parlamentar ou não!”

Por meio de seus advogados, Sara Winter abriu um boletim de ocorrência exigiu uma apuração rigorosa por parte da Caixa Econômica assim como a suspensão do cadastro.

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De acordo com o Dataprev, o pedido feito em nome de Sara ocorreu no dia 19 de maio, e o responsável pela fraude já recebeu a primeira parcela do benefício e estaria prestes a receber a segunda.

Não se sabe se Sara Winter está falando a verdade ou não, mas recentemente outras pessoas públicas tiveram seus dados usados por golpistas para conseguir o auxílio emergencial.

Um deles foi o filho do jornalista Willian Bonner, que acabou tendo seu nome envolvido também nessa polêmica depois que a internet ficou sabendo que o jovem estaria recebendo o dinheiro, mas que na verdade, segundo o próprio Bonner, era golpista, que com os dados dele, solicitaram de forma indevido o dinheiro.

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