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Pastor usa púlpito para promover discurso de racismo e ódio:” A igreja não lanta placas de filho da p#ta…veado”

Segundo Tupirani, a igreja de Jesus não levanta placas, e a seguir, destila várias frases racistas e homofóbicas.

Um vídeo polêmico envolvendo um pastor evangélico está circulando nas redes sociais e chamando a atenção da Polícia,onde o líder religioso pratica intolerância racial,machismo e homofobia.

Nas imagens  o pastor Tupirani da Hora Lores da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo, no Rio de Janeiro,ataca a pastora Karla Cordeiro, por uma fala preconceituosa e racista, durante um culto.

“Sabe o que você é, Karla Cordeiro? Você é uma puta, uma prostituta, seu pastor deve ser um veado e a sua igreja toda é uma igreja de prostitutas. Vocês não são evangélicos. Malditos sejam vocês, que a garganta de vocês apodreça por terem ousado tocar no nome de Jesus, raça de put** e piranhas, é isso que vocês são”, iniciou Tupirani.

Segundo Tupirani, a igreja de Jesus não levanta placas, e a seguir, destila várias frases racistas e homofóbicas.

“A igreja de Jesus Cristo não levanta placa de filho da puta negro nenhum, não levanta placa de filho da puta de político, não levanta placa de filho da put* de veado. A igreja de Jesus Cristo só levanta a sua própria placa, porr*”, disse o pastor aos berros.

Não o bastante, o pastor intima a Polícia Federal, a entrar na igreja dele para fazê-lp se retratar de suas palavras ou ir novamente  a sua casa.

“Manda o delegado vir aqui pedir a minha retratação. Ele não é homem para isso, eu sou vencedor do sistema, ninguém me detém. Eu falo, mando para a puta que pariu e continuo mandando. Manda de novo a (Polícia) Federal dentro da minha casa e vai ver se eu cresço ou diminuo, porr*”, disse o pastor.

Tupirani já foi preso por intolerância religiosa, em 2009, além disso,em março deste ano,ele também foi investigado pela Polícia Federal por prática do crime de racismo contra judeus.

Karla Cordeiro

A pastora da Igreja Sara Nossa Terre em Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, após as falas polêmicas, apagou o vídeo e se retratou nas redes sociais.

“Quero afirmar que não possuo nenhum tipo de preconceito com pessoas de outras raças, inclusive meu próprio pastor é negro, e nem contra pessoas com orientações sexuais diferentes da minha, pois sou próxima de várias pessoas que fazem parte do movimento LGBTQIA+”, disse em nota.

https://www.facebook.com/watch/?v=286058289945527

https://fb.watch/7AL78pg_zI/

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