O evangelista Carlos Junior  foi até onde outros não foram, e se foram, não mostraram, pois não tem hotel de luxo, e nem restaurantes exuberantes, onde possam se assentar a mesa, fazer suas selfies, e postar nas redes sociais. Este é o lugar que se pode chamar de confins da terra, onde poucos querem ir.

Carlos Junior, não tem  pronome de tratamento como: conferencista, teólogo, bispo, pastor, ministro do evangelho, ou qualquer outra nomeclatura que possa engrandecer  o pregador, quando ele não passa de simples servo, mas que se posta como se fosse melhor que todos.




Jovem ainda, Carlos Junior tem ante o seu nome, apenas evangelista em toda simplicidade do adjetivo. No entanto tem a grandeza de servo obediente, e a humildade de quem confessa que é lavado e remido pelo Sangue do Cordeiro.

O evangelista tem ido alem das fronteiras impostas pelos grandes pregadores, que fica entre o belo e o conforto, entre o longe e o perto. Entretanto, quando vão longe, Africa, ou em países mais carentes socialmente e do evangelho, eles vão para por no seu curriculum que tem viagens internacionais. Sendo que  Brasil tem ainda muitas pessoas carentes socialmente ,como espiritualmente. 

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Carlos Junior o evangelista sem fronteiras, tem ido aos lugares mais remotos do Brasil, onde muitos pregadores, não colocariam o seu Scarpin, para amassar o barro das ruas sem pavimentação, as pregadoras iriam com seus saltos atos e suas bolsas caríssimas, pois não tem energia elétrica e a luz de velas e lampiões não seria muito boa para fotos a ser postada no Instagram.

Em uma recente postagem de uma viagem missionária do evangelista em uma cidade da Bahia, ele fez alguns relatos impressionantes, com imagens que assustam qualquer pregador de holofote.




Leia na íntegra o relato do Evangelista Carlos Junior

¨ Estou vivendo umas das experiências mais impactantes da minha vida, pregando no sertão da Bahia.
Casas de madeira sem forro, ruas de lama de afundar os pés, igreja sem janela, sem porta, sem piso, sem ventiladores, pessoas que andam sem luz, guiados por uma lanterna, cerca de 10 Km dentro da mata para irem embora depois do culto; a igreja pela manhã não encheu por que a chuva impossibilitou por conta da lama, os carros não andavam e algumas vias interditadas. No período da noite 600 pessoas reunidas debaixo de chuva e lama, mas adorando em uma intensidade que vocês não conseguem imaginar.

Eu gostaria que as juventudes das grandes metrópoles valorizam mais o que tem, os congressos que tem, o templo que frequentam. Por que aqui, nem lama,nem chuva, casa de madeira, fome, andar 10 km dentro da mata, sem ventiladores, energia elétrica caindo, impediram esse povo durante 6 noites de se derramarem de verdade a Deus¨.



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