A CGADB teve as últimas eleições  marcadas por  processos jurídicos e anulações. Nesta disputa por poder, para se assentar na cadeira da presidência da convenção, gerou desconforto em fiéis, até mesmo em pastores filiados a ela. Todo esse processo cheio de falhas e duvidoso, prejudicou significativamente a imagem da denominação. Ela que esta entre as maiores do país,  marcou nestes últimos anos, uma trajetória de intrigas de disputas internas.




A estimativa é que mais  de 25mil pastores estariam abandonando a CGADB, Samuel Câmara esta entre eles.

De acordo com informações Samuel Câmara é membro há mais de 30 anos da CGADB. O pastor Samuel Câmara, é líder da Assembleia de Deus em Belém do Pará , vem sendo visitado por pastores vindos de vários estados. Há informações que estes pastores dissidentes planejam abrir uma nova convenção.

Finalizando o relacionamento CGADB, estes pastores seduzem Samuel Câmara para que  assuma a liderança desse grupo . Reuniões já  aconteceram para discutir o planejamento da nova convenção, mas nenhuma oficialidade.



André Câmara, filho do pastor Samuel, afirma que a CGADB é um sindicato da fé  numa gestão totalmente familiar.

“é muito natural que pastores do Brasil inteiro estejam saindo e querendo se reorganizar em outras estruturas, pois não há espaço nem objetivos na atual gestão familiar e sindicalizada”.

Embora não havendo nada oficializado, André, esclarece alguns pontos de como seria em tese alguns pontos do pensamento da futura convenção.

 “livre e fiel às ideias históricas da Assembleia de Deus. A Assembleia  é uma igreja e movimento em potencial de incendiar o Brasil para Jesus com apoio de uma convenção. Mas nada se faz nos últimos 30 anos e aparentemente permanecerá assim. Friso que não estou falando da estagnação das igrejas da Assembleia de Deus, mas da convenção que tenta representá-la. Convenção é para servir a igreja, mas o que existe hoje é uma convenção que deseja ser servida pela igreja”. Afirmou André




OBuxixo entrou em contato com vários pastores para que pudessem justificar sua saída ou permanência na CGADB. No entanto, muitos preferiram não falar sobre o assunto, somente o pastor Leonardo Silva retorno nosso contato.

¨  Sou pastor da convenção. Também estou com a  CGADB com nosso pastor Wellington Jr.¨ disse

São opiniões diversas, fato este que tem colocado a  CGADB  em divisão. Esta ação por parte de alguns 25 mil pastores enfraquece a convenção, mas ganha o evangelho com novos horizontes congregacionais.

Embora não sendo da  CGADB, mas da CONAMAD E CONEMAD, Manoel Brito afirma que isso é coisa de homem .

¨Deus mandou cuidar da igreja, e não da convenção. Convenção é busca de poder, mostrar poder…Mas sempre existirá coisas de homem¨ esclareceu Manoel

A despeito de Manoel Brito ter esta visão de pano de fundo, acredita ser necessário este acontecimento para que a   igreja cresça.

¨ Mas é necessário que isto aconteça. É mais uma opção para os ministros e vai aumentar as igrejas pois terão mais liberdade¨¨, afirmou






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