e-x presidente Dilma da resistência
e-x presidente Dilma

A agenda de “resistência” ao recém-eleito presidente Jair Bolsonaro parece não ter descanso nem limite. A cada dia surge um novo esquema para desabonar e incrimar os nomes apontados como ministros por Bolsonaro. Fake News e agora até aliança com o diabo.

Não que seja aceitável mas dá para se compreender que em terras brasileiras tudo pode acontecer. Entretanto a ex-presidente Dilma levou a resistência a um novo patamar de se aliançar-se até com o capiroto, mas conhecido como diabo ou satanás. Tudo para barrar o governo de Bolsosnaro. Quem diria?




No último dia 19, a ex-presidente participou de um encontro de discussão Crítica e para discursar. Dilma que perdeu o cargo de senadora pelo Estado de Minas Gerais nas eleições passadas, participou do  evento em Buenos Aires ,na Argentina.

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A petista que foi sofreu o impeachment em 2016, declarou: “a gente fará aliança até com o diabo para combate-los. Agora, tem que ter uma espinha dorsal. Tem que ter um coração. E o coração é o antineoliberal e antiautoritário neofacista. Essa a nossa solução”.

Dilma ressaltou  que é até onde a resistência está disposta a ir para continuar no poder do Brasil.



“Não tivemos uma derrota estratégica. Elegemos a maior bancada no Congresso. Elegemos, partidariamente, o maior número de governadores”, insistiu a ex-presidente da República. Ela que ficou 6 anos no poder, insinuou sobre a dura caminhada que Jair Bolsonaro terá de enfrentar em seu governo para garantir a tão falada governabilidade na sua caminhada dentro do Palácio da Alvorada.

Dilma  tem um histórico assustador na ditadura. Ela que é contra o governo militar pegou em armas, assaltou bancos e sequestraram até um avião ao lado de grandes nomes do PT. Ela pode estar mesmo falando sério. Aliás, esse nome é comum a Dilma, tendo ela já citado o diabo várias vezes em seus discursos.




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Completamente sumido após as eleições Fernando Haddad, que foi o oponente derrotado por Bolsonaro, passou a ter um papel secundário na chamada resistência. Manuela D’Ávila é a principal líder do movimento. Nas redes sociais não se cansa de buscar apoio e  retaliar cada nova indicação ou declaração de Jair Bolsonaro.

 

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