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Deltan Dallagnol

Com nomeação do Presidente Michel Temer, Raquel Dodge assumiu a Procuradoria Geral da República. Mas seu mandato vence em 2019 e Jair Bolsonaro não estaria interessado em mantê-la por lá. Sérgio Moro futuro ministro da justiça, já teria Dallagnol, um  nome bem conhecido no meio evangélico para indicar ao cargo.

O procurador Deltan Dallagnol, vem fazendo um trabalho brilhante junto ao Ministério Público na Operação Lava jato. Ele seria a indicação do futuro ministro Moro à Procuradoria Geral da República. Os dois trabalharam em  conjunto para desmantelar o maior esquema de corrupção da história do planeta . A prisão de Lula, por exemplo é resultado da ação conjunta dos dois. A escolha de Sérgio agrada qualquer evangélico.




O jornalista Maurício Lima chegou a dizer que  “O candidato do coração de Moro à sucessão de Raquel Dodge na PGR é mesmo Deltan Dallagnol”.

Jair Bolsonaro não tem mesmo motivos para deixar Raquel no cargo. Seria uma incongruência, haja vista que ela denunciou o presidente acusando-o de racismo. Isso, após uma palestra que ele deu para um grupo de judeus ainda este ano no Rio. Os Supremo deu fim a acusação por  julgarem que Jair não tenha sido racista em suas declarações.

Dallagnol é o sem duvida o jurista evangélico mais conhecido do país. Pra quem não se lembra foi dele e de Moro que Lula disse que eles se denomina “ungidos de Deus para salvar o mundo”,zombando de sua fé.



Dallagnol também tornou-se bastante conhecido pelas igrejas evangélicas quando passou a dar palestrar sobre o trabalho de ação anti-corrupção desenvolvido por toda “República do Paraná”(segundo Lula).

Um vídeo bastante conhecido e polêmico com Dallagnol é o da Igreja Batista da Lagoinha onde Dallagnol foi palestrar e falar sobre o avanço das ações da operação Lava Jato e o público mostrou certo desinteresse pelo assunto e começou a sair sutilmente.Fato que irou o pastor anfitrião André Valadão e deu uma lição de moral na plateia chamando-os de ignorantes.




Pastor Silas Malafaia recebe Bolsonaro em sua igreja para agradecer pela vitória

Deltan Dallagnol não esconde sua fé. Inclusive, este ano, quando o STF estava as portas de julgar o pedido de habeas corpus de Lula, o jurista foi as redes sociais dizer que iria fazer campanha de jejum e oração para que o pedido fosse negado.

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