ex cobrador que foi preso acusa senador
Ex cobrador Luiz Alves que foi preso

O cobrador de ônibus Luiz Alves de Lima,35 anos à época , foi preso injustamente,  acusado de ter violentado a própria filha,  dois anos de idade. O acusado Luiz, que  mora em Vitória, acabou passando   nove meses na  prisão, até ser declarado inocente pela Justiça.

Luiz conta que no período em que esteve preso,  foi torturado fisicamente. Isso, nas dependências do Centro de Detenção Provisória de Cariacica (CPDC), até quase ser morto. Entre as torturas a que foi submetido no CPDC, houve asfixia com sacola na cabeça, choques elétricos até no órgão genital. Sem contar as infindáveis e surras.




A revelação mais surpreendente foi quando Luiz se abriu para contar  que dia sim, dia não,  era colocado amarrado dentro de tonel de água gelada. Segundo conta ele, a  consequência das torturas, o deixou cego do olho direito. E seu olho esquerdo produz visão parcial, só enxerga entre 20 e 25%.

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Afirma ainda que  teve dentes arrancados por alicates, mas as marcas visíveis da tortura não podiam ser observadas por seus familiares. De acordo com Luiz, a Polícia impedia a presença dos seus parentes na prisão nos dias de visitas.

Segundo a Tv Seculo Diário, tudo não passou de uma manobra exercida pelo então senador Magno Malta. O objetivo era alcançar os holofotes da mídia na véspera de disputar a reeleição para o Senado, em 2010. O então  senador Magno Malta (PR) é acusado de usar uma menina de dois anos e seus pais. O pai,Luiz Alves de Lima respondeu por estupro à criança e a mãe por ter sido conivente com o fato.




Na época, Magno Malta colocou o caso na mídia,  e chegou a ganhar destaque internacional. Tornando assim legitima a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia. Posteriormente foi rebatizada de CPI dos Maus-Tratos, da qual, Magno ainda é presidente.

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Antes do senador Magano Malta, a vida do casal Luiz Alves de Lima e Cleonice Conceição Silva, então com 23 anos era normal. Porém, virou de  cabeça para baixo no dia 25 de abril de 2009. Neste dia a Polícia Civil prendeu o casal acusando-o de suspeita de abuso sexual da filha.

O casal ficou três dias preso, mas não foi ouvido.  Passado os dias, o senador chegou com autoridade de presidente da CPI da Pedofilia no Senado,  convocando vários jornalistas.



O senador é bacharel em Teologia, pastor evangélico e cantor gospel. E segundo o site Século Diário, Malta queria publicidade e  teve. Contudo, parecia querer também exercer a função de juiz. E teria se emplacado neste posto.

Luiz também revelou que logo após  uma sessão de acareação com o senador ele tramou sua morte. Quando a imprensa foi embora,  Magno Malta deu ordem aos delegados, na presença dele, de que ele não poderia chegar ao presídio.

Luiz relata que o senador disse aos delegados: “Ele não pode chegar ao presídio. Tem de descartar antes de chegar lá”. Disse mais: “Manda chutar a porta e correr. Um tiro pra cima, pra confirmar no exame de balística. Depois resolve (mata) com  outro tiro”.

Mais detalhes assista o relator próprio Luíz a TV Século Diário




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