O pastor evangélico José Caitano Neto foi preso sob a acusação de liderar um esquema de falsificação de diplomas de faculdades privadas em cinco estados. Outros seis suspeitos foram detidos como participantes do esquema.

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O pastor foi identificado como José Caitano Neto, mas a Polícia ainda investiga se essa é a identidade verdadeira do acusado, pois ele possui mais de uma identidade. Ele atuava como líder da Assembleia de Deus.

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Um escritório de advocacia e contabilidade no Itaim Paulista, extremo da zona leste de São Paulo (SP), funcionava como fachada para o esquema, que cobrava, por exemplo, R$ 35 mil num diploma de administração e cerca de R$ 100 mil em um de medicina, de acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo.

A Polícia, no entanto, revelou que durante as investigações um funcionário enviou mensagem a outro, perguntando detalhes de como proceder no caso de um cliente: “Estou fazendo o histórico [escolar] dele, porém eu gostaria de saber se você quer um certificado ou diploma, e se é para fazer pela Facel, Fatesf ou Spei, pois não consta esse curso na Facel”, afirmou, referindo-se a um diploma de gestão comercial nas faculdades de um grupo educacional.




As oito faculdades usadas no esquema estão espalhadas pelos estados do Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Rondônia e Alagoas, e realmente existem, inclusive com cursos de graduação e pós-graduação registrados no MEC. Todas elas pertencem ao Grupo Digamma Educacional, e há a suspeita de que o pastor José Caitano Neto comprou as faculdades como forma de pegar o dinheiro em caixa e emitir os diplomas falsos. Na outra ponta, os salários de funcionários e as contas das faculdades eram atrasados.




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