A decisão judicial que determinou a prisão da pastora mãe  dos meninos Kauã, de 6 anos, e Joaquim, de 3, afirmou que o crime foi premeditado pelo casal Juliana Salles e George Alves.

Dadalto é o responsável pelo pedido de prisão da mãe pelo crime cometido contra os meninos que, segundo concluidas as  investigações, sabia que eles sofriam abusados pelo padrasto pastor. A hipótese da premeditação veio por alguns fatores, especificados no documento do juiz.



“George, em parceria com a pastora Juliana, buscava uma ascensão religiosa e aumento expressivo de arrecadação de valores por fiéis e, para esta finalidade, ceifou a vida dos menores Kauã e Joaquim para se utilizar da tragédia em seu favor” declarou o juiz André Bijus Dadalto, da 1ª Vara Criminal de Linhares.

O que levou a justiça entender que a pastora estava envolvida no crime contra os filhos  foi contradição entre os depoimentos prestados por Juliana e os laudos e relatórios de conversas entre ela e George por telefone.




Em uma das mensagens analisadas  de Juliana para George ela  dizia: “eu não estou preparada para dar errado”.

O documento do juiz é composto de quatro páginas e foi expedido na segunda-feira (18), e a prisão de Juliana Salles foi cumprida nesta quarta (20).




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