Dízimos e ofertas tem sido o tema mais debatido nas igrejas. No entanto o pastor Alan Capriles, propõem um modelo ” Um retorno ao evangelho de Cristo”.

Tempo demais se falando em dinheiro, que seriam os dízimos e ofertas, também está na lista. Mais de 35 itens, é a proposta que o pastor da Igreja Bíblica Cristã pretende combater, ” no retorno ao evangelho”. Entre eles estão: Contratação de cantores ou conjuntos que cobram para cantar no culto. Contratação de pastores que cobram para pregar. E pastores que enriquecem, recebendo muito mais do que convém.




Segundo o pastor,o  fato é que boa parcela das igrejas tem se distanciado do verdadeiro evangelho de Cristo. Bem como dos seus ensinamentos. Pr. Alan afirma que um grande de evangélicos  entram em contato e fazem queixas. Revelam que já não conseguem mais congregar em suas antigas igrejas.

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De acordo ainda com o pastor, fato é que uma parcela significativa das igrejas tem adotado práticas que confrontam a verdade do evangelho. Assegura também que são intoleráveis para quem realmente ama o Senhor.



Dentre essas práticas,o pastor destacou 37 itens.Nas entrelinhas a diminuição da pedição de dinheiro para dízimos e ofertas, pode agradar. Mas, o não consentimento pastoral no uso de roupas indecentes, pode não agradar as mulheres.

• Envolvimento de líderes com a maçonaria.
• Aliança da igreja com partidos políticos ou candidatos.
• Engajamento da igreja com movimentos ecumênicos.
• Venda ou entrega de objetos que supostamente abençoam.
• Promessa de prosperidade para quem der tanto em dinheiro.
• Adoção de métodos de crescimento numérico.

• Inclusão da psicologia nas pregações e aconselhamentos.
• Ausência de pregações sobre pecado, arrependimento, santificação, céu, inferno e volta de Cristo.
• Permissão pastoral para que casais cristãos se divorciem.
• Conivência com a prática homossexual.
• Consentimento pastoral no uso de roupas indecentes.
• Momento de louvor que mais parece um show mundano.
• Paredes pintadas de preto, tal como numa boate ou cinema.
• Imitação de festas mundanas com um “verniz” evangélico.

• Foco nas obras sociais, em detrimento da evangelização.
• Apresentações de danças e coreografias.
• Tempo do culto sendo tomado com apresentações musicais.
• Peças teatrais substituindo a pregação.
• Pregações antropocêntricas, que distorcem a Palavra de Deus.
• Louvores com letras antropocêntricas e antibíblicas.
• Redução do tempo de pregação.
• Redução do tempo de oração.




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• Tempo demais se falando em dinheiro.
• Maior parte do culto para cânticos e apresentações.
• Excesso de “líderes” e respectivos ministérios.
• Pastores que enriquecem, recebendo muito mais do que convém.
• Pastores que não se importam com os membros.
• Exaltação dos membros mais ricos e desprezo aos mais pobres.
• Uso de objetos judaicos, atribuindo-lhes poder.
• Idolatria de “líderes” permitida e até incentivada.
• Contratação de cantores ou conjuntos que cobram para cantar no culto.
• Contratação de pastores que cobram para pregar.
• Condução da igreja como uma empresa.
• Realização de comércio na igreja.
• Ausência de evangelização.
• Desprezo à obra missionária.

Esta, é uma prática rejeitada veementemente  nossos cultos e demais reuniões cristãs ligadas ao ministério. Alan é taxativo em dizer que foco é a pregação do evangelho.Também a praticar do que Cristo nos ensinou. O que passar disso é uma improdutiva e vã discussão teológica.




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