O pastor da Assembleia de Deus, voltar para a cadeia, pois o  promotor de Justiça, Marcos Regenold Fernandes, fez o requerimento junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O promotor quer que  o pastor da Assembleia de Deus, Paulo Roberto, seja preso novamente. O líder religioso foi detido em flagrante, esse ano, por, praticar atos libidinosos com crianças, em troca de dinheiro e outras regalias. O pedido de Regenold visa assegurar a ordem pública e a tramitação processual.

Pastor  da Assembléia  de Deus , Paulo Roberto Alves, nas últimas eleições municipais chegou a ser candidato candidato a vice-prefeito de Cuiabá




Após sua passagem pela política, com as acusações de estupro, o recurso encaminhado ao STJ, existem elementos suficientes que comprovam que Paulo Roberto estaria praticando estupro de vulnerável e favorecimento à prostituição ou exploração sexual.

O promotor pontua que medidas cautelares alternativas a prisão não são suficientes, considerando a gravidade do crime, do qual é acusado e a periculosidade do réu. Reginold cita ainda a possibilidade reiteração no crime.




Apontado os fatores que sustentam o pedido, o representante do MPE requer que a decisão do Tribunal de Justiça (TJMT), que soltou o acusado, seja reformada e mantida a determinação de primeiro grau que decretou a prisão do pastor.

“Haja vista, apontada a gravidade concreta do delito perpetrado e periculosidade do paciente. Pois, há provas suficientes, de que o senhor Paulo Roberto Alves estaria praticando crimes de estupro de vulnerável e adolescente. É dever do Estado, no caso, o Poder Judiciário, intervir nessa realidade”, escreveu o promotor. 



Prisão do pastor

O líder religioso, preso em abril deste ano, acusado de abusar sexualmente de duas meninas de 11 e 16 anos.  Ele teria pago R$ 50 para a menina de 11 anos e R$ 100 para a de 16, que teria assistido ao crime, dentro de sua casa, no bairro Jardim Itália.

Detalhes da  acusação do pastor da Assembléia de Deus

Ele foi visto pelos policiais deixando as garotas na Avenida das Torres, em um ponto de ônibus. Ao perceber a polícia, ele arrancou a caminhonete Hilux e fugiu, no entanto, os policiais anotaram a placa do veículo. 




Após ser preso, a esposa dele anunciou “publicamente” o divórcio. Segundo Paulo Roberto, agora que está solto, vai “ter o prazer de confirmar: Agora eu dou entrada no divórcio. Eu sai tem dois meses e a senhora Yasmin não me procurou ainda, mas glória a Deus. Oremos por ela, Deus vai dar uma grande vitória para ela e para mim também”, declarou. 

Na época da prisão, acusou a Igreja Assembleia de Deus de armar  escândalo, retaliação por   expulsão em 2012 da Igreja. Ele ainda disse ser perseguido por ter o “dom dado por Deus”. Em 2012, Paulo Roberto disputou as eleições para vice-prefeito de Cuiabá na chapa encabeçada por Carlos Brito.

 Informações via hipernoticias



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