pastor  Pedro Jorge dos Santos Teixeira foi preso e se tornou réu no processo no qual é acusado de estuprar quatro adolescentes. Eles que frequentavam a sua igreja na Zona Leste de São Paulo. O beneficio para os garotos seriam suposta cura, mas teriam que fazer sexo.

Segundo Ministério Público (MP) que fez a acusação contra Pedro Jorge , mostra que ele bastante astuto. O religioso enganava os fiéis, oferecendo suposta “cura física e espiritual” àqueles que fizessem sexo com ele e o “anjo” que dizia incorporar. E o MP o acusou de estuprar




Pedro Jorge dos Santos Teixeira já está preso há mais de um mês. Ele que é fundador da Igreja Apostólica. dos Mistérios de Deus, em São Mateus. Ele nega a acusação feita pelo MP dizendo ser inocente.

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De acordo ainda  com a denúncia da Promotoria,  os abusos foram cometidos entre 2014 até agosto deste de 2018, quando os adolescentes tinham entre 14 a 17 anos.

Entre os casos da suposta cura em troca de sexo, duas meninas e dois meninos relataram o ocorrido. Eles acusam Pedro de inventar a história do “anjo” e ainda ameaçá-los de morte para que mantivessem relações sexuais com ele.  também contaram que o pastor fingia receber o anjo Camael e prometia uma troca. Dizia que a entidade daria crescimento e realizações pessoais a eles se transassem com o apóstolo.




‘Cura’ e sexo

Um dos garotos que fizeram a denuncia gravou vídeo e o encaminhou ao G1 contando que foi abusado pelo líder religioso.

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“Pedro disse que o anjo Camel [Camael] orientou que eu mantivesse relações sexuais com ele para que essa minha mania pudesse ser extinguida”, fala um estudante de 17 anos, sobre o que o pastor teria lhe dito para acabar com um vício que tinha. Ele não quis revelar, porém, qual era o problema.


Continua o garoto: “Ingênuo, fui com total confiança naquele homem e acabei caindo nessa enganação, nessa mentira dele. E os abusos aconteceram durante dois anos. Dos meus 14 aos meus 16 anos”.
O menor que foi autorizado por sua responsável, a avó, a conversar com a reportagem. A condição era a de que o nome e rosto dele não fossem divulgados. A não divulgação respeita o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Informações:G1




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