Uma polêmica tomou conta da Assembleia de Deus, campo de Madureira na cidade de Cataguases, na Zona da Mata Mineira, após o pastor presidente Nelquiades Fernandes autorizar a ida de outro pastor do campo, Pr. José Mauro da Silva Filho para realizar um casamento comunitário ecumênico, juntamente com um representante espírita e outro católico. Porém, acabou realizando até casamento gay.

A participação no casamento que uniu 86 casais poderia ter sido considerada normal. Mas uma polêmica se instaurou, pois entre os casais haviam dois casais homossexuais, que receberam as bênçãos do pastor da Madureira.




A discussão  ganhou redes sociais e dividiu os fiéis pelo fato das Assembleias de Deus de Madureira de linha pentecostal rígida, ter abençoado o primeiro casamento homossexual da cidade.

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“É um absurdo! Depois que o casamento foi abençoado não tem mais volta, esse fato vai ficar na história da cidade pelo resto da vida e ainda com o risco de virar jurisprudência e serem obrigados a realizar tal união nas igrejas pois, no jornal saiu que o pastor representava as denominações evangélicas”, disse João Roberto, membro de uma igreja evangélica da cidade.

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O presidente da igreja que também é candidato a deputado federal, nega que aprova casamento gay, nega que a motivação é política e diz que fez parte de uma armadilha, mas o evento promovido pela Defensoria Pública de Minas Gerais estava sendo divulgado na cidade – de aproximadamente 73 mil habitantes – através de sites, emissoras de rádio e rede social há pelo menos dois meses, retrucam os contrários.




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