A réu confessa, Suzane von Richthofen ,se prepara para ser missionária da Igreja Quadrangular.

 

Recentemente ela  deixou a prisão pela quinta vez desde março de 2016, em mais uma das chamadas saidinhas temporárias. Ganhou o benefício da liberdade por cinco dias, ironicamente, devido ao Dia das Mães — em 2002, a jovem foi parar atrás das grades por estar envolvida no assassinato dos pais.




Suzane von Richthofen encontrou com seu noivo Rogério Olberg na porta do presídio e seguiram para um sítio em Angatuba, a 214 quilômetros da capital, onde o rapaz vive. Eles tinham um propósito em mente: encontrar o pastor Euclides Vieira, da Igreja do Evangelho Quadrangular, membro de um templo em Itapetininga, perto dali, para revelarem a ele o interesse em virar missionários.

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Suzane Richthofen foi condenada a 39 anos de reclusão, quinze deles cumpridos, ela se prepara dentro da cadeia, onde apresenta boa conduta e trabalha — assim, pode conseguir progredir para o regime aberto até 2020, na hipótese mais otimista. Estuda a Bíblia e frequenta os cultos evangélicos semanais. Para se tornar missionária de fato, Suzane deverá fazer um curso básico de ao menos um ano promovido pelo Instituto Teológico Quadrangular e se submeter a uma prova final.




O pastor Vieira sugeriu  que Suzane von Richthofen realizasse o programa por correspondência. As apostilas seriam encaminhadas à penitenciária. Na sequência, teria de passar por uma entrevista com uma liderança da igreja para atestar sua capacitação.

“Nessa etapa, sentimos a espiritualidade e a verdade do candidato, então nenhum ator consegue nos enganar”, garante o pastor Davi Rodrigues, membro do Conselho Nacional de Diretores da Quadrangular.

 

Informações: redepentecostal



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