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    Cristianismo cai 40 % na Grã-Bretanha, e dá lugar ao ateísmo.

      Pesquisa chama atenção na Grã – Bretanha onde houve um “declínio triste” na identidade cristã nos últimos 35 anos,…

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    Foto de Divórcio no Brasil é record e igreja é atingida.

    Divórcio no Brasil é record e igreja é atingida.

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    Foto de Estudo revela que quem dá dízimo tem vida financeira mais saudável do que os que não dão

    Estudo revela que quem dá dízimo tem vida financeira mais saudável do que os que não dão

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    Foto de Estudos que evangélicos estão abandonando igrejas por causa da Internet

    Estudos que evangélicos estão abandonando igrejas por causa da Internet

      Um estudo recente mostrando que a queda dramática na filiação religiosa desde 1990 estaria intimamente ligada ao aumento do…

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    Foto de Pesquisa diz que educação religiosa na infância está ligada a melhor saúde e bem-estar na idade adulta

    Pesquisa diz que educação religiosa na infância está ligada a melhor saúde e bem-estar na idade adulta

      Um estudo da Escola de Saúde Pública Chan Chan, de Harvard, participar de práticas espirituais durante a infância e…

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    Foto de A falta de perdão,pode gerar infarto diz estudo.

    A falta de perdão,pode gerar infarto diz estudo.

       Problemas cardíacos mata cerca de 300 mil brasileiros por ano Durante o 40º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) foi apresentado um estudo que associa a falta de perdão ao enfarte elaborado pela psicanalista Suzana Avezum. Para chegar à esta conclusão, a pesquisadora estudou 130 pacientes (65 que enfartaram e 65 que não enfartaram) que responderam dois questionários, um para avaliar a disposição para o perdão e outro sobre espiritualidade e religiosidade.Durante o 40º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) foi apresentado um estudo que associa a falta de perdão ao enfarte elaborado pela psicanalista Suzana Avezum. Para chegar à esta conclusão, a pesquisadora estudou 130 pacientes (65 que enfartaram e 65 que não enfartaram) que responderam dois questionários, um para avaliar a disposição para o perdão e outro sobre espiritualidade e religiosidade. “Encontrei mais ocorrência de enfarte entre aqueles que têm dificuldade do perdão”, afirma a pesquisadora, que também avaliou os efeitos da espiritualidade nessa questão. “O estudo mostrou que, entre quem enfartou, 31% afirmaram ter tido perda significativa da fé. Entre quem não teve, o índice foi de 9%”, disse a pesquisadora.Entre os pacientes que enfartaram, 65% afirmaram que não estavam dispostos a perdoar. O índice foi de 35% no outro de pessoas que não tiveram o problema.Em outra questão, 54% dos que tiveram um enfarte disseram que perdoariam. E 72% entre quem não enfartou se mostram dispostos a perdoar. O cardiologista e coordenador do Programa de Enfarte Agudo do Miocárdio do Hospital do Coração (HCor), Leopoldo Piegas, confirmou que há relação entre questões emocionais e doenças cardiovasculares.O profissional também informou ao jornal O Estado de São Paulo que nos últimos anos muitos estudos estão tentando entender a relação entre a espiritualidade e essas doenças. “Na última década, tem crescido a questão da relação entre espiritualidade e doenças do coração. Quase todos os congressos de cardiologia têm sessões especiais sobre o tema que enchem as salas. As pessoas mais tranquilas, sossegadas e, aí vai a questão da religiosidade, têm uma tendência menor de ter esse tipo de doença”, diz ele.Quem concorda com esses dados é o cardiologista e diretor de Comunicação da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, José Luís Aziz, que declarou: “Vários trabalhos mostraram que pessoas que perdoam têm menos chance de ter enfarte e, quando têm, é mais leve.”

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    Foto de Pesquisa afirma que Mulheres são mais religiosas do que os homens e pastores discordam

    Pesquisa afirma que Mulheres são mais religiosas do que os homens e pastores discordam

      As mulheres especialmente as cristãs são mais religiosas do que os homens, de acordo com um estudo desenvolvido pelo instituto Pew Research.Em muitas denominações religiosas, como a católica romana e a judaica ortodoxa, apenas homens podem fazer parte da liderança. No entanto, por muitas vezes, as fileiras dos fiéis são dominadas por mulheres, segundo o relatório. Nos Estados Unidos, as mulheres são mais propensas a reconhecer a importância da religião e a orar com frequência. A tendência se tornou tão marcante que algumas igrejas estão, até mesmo, mudando sua decoração e estilo musical para atrair mais homens.”As mulheres cristãs são mais religiosas do que os homens cristãos. Por outro lado, as mulheres muçulmanas e os homens muçulmanos demonstram níveis similares de religiosidade”, aponta o relatório, observando que as mulheres muçulmanas não costumam ir à mesquita por causa das normas religiosas. Enquanto 83% das mulheres em todo o mundo afirmam que fazem parte de um grupo de fé, 80% dos homens se identificam nessa categoria.Nos países muçulmanos e em Israel, os homens assistem às reuniões religiosas com mais frequência do que as mulheres. No entanto, nos países cristãos, as mulheres predominam os encontros.O número de mulheres que faz orações todos os dias é 8% maior do que os homens. A única exceção é em Israel, onde os homens diariamente oram mais. Por outro lado, mulheres  que trabalham fora de casa têm seus nível de compromissos religiosos semelhantes aos dos homens. “Isso sugere que os fatores sociais e culturais, tais como tradições religiosas e participação no mercado de trabalho, desempenham um papel importante na formação do gênero religioso”, diz o relatório.Uma dos locais onde há maior disparidade de gênero religioso é na Argentina — 32,5% dos homens cristãos oram diariamente, em comparação com 52,9% das mulheres cristãs. Entre os 53 países cristãos entrevistados, 53% das mulheres frequentam a igreja pelo menos uma vez por semana, enquanto 46% dos homens fazem o mesmo.Uma outra pesquisa que revela a influência da fé na vida das mulheres foi desenvolvida pelas pesquisadoras Kristin J. Homan and Valerie A. Lemmon, no mês passado.Os resultados mostram que mulheres que acreditam em um “Deus que julga”, se sentem piores em relação a si mesmas quando buscam a aprovação de outras pessoas por um corpo perfeito. Por outro lado, mulheres que acreditam em um “Deus que ama” enxergam em si mesma um corpo mais saudável.Entrevistadas que leram passagens bíblicas que enfatizam o amor e a misericórdia de Deus sentiram maior estima após ver imagens de revistas com mulheres magras e homens musculosos. No entanto, o contrário aconteceu com as jovens que leram passagens bíblicas que enfatizam o julgamento de Deus pelo pecado. Após pesquisar sair, vários…

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