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Camboriú, conhecida pelo Gideões ganha destaque por crime bárbaro e suicídio sem explicação

litoral

A pequena cidade de Camboriú, no litoral do estado de Santa Catarina, Região Sul do país com uma população de um pouco mais de 109 mil pessoas, ficou conhecida internacionalmente por conto do congresso dos Gideões Missionários, evento que realizado anualmente fim de abril e termina inicio de maio. No entanto nas últimas semanas tem ganhado destaque com o suicídio de uma mulher e um crime bárbaro ocorrido na última quinta-feira.

Antes do congresso acontecer, a cidade foi palco esta semana de um crime que chocou os moradores da pequena cidade. A Polícia Militar de Balneário Camboriú não deu conta da situação e precisou do apoio do BOPE para tentar resolver uma situação que já estava durando por mais de 14 horas. Um advogado, supostamente armado com uma pistola Glock, estava trancado no apartamento onde tinha matado com requinte de crueldade a sua namorada a facadas.


Segundo as informações que foram apuradas, na última quinta-feira 28, houve uma briga entre o casal. Depois disso a mulher não foi mais vista pelos vizinhos, que perceberam o suspeito carregando vários sacos de gelo para o apartamento.

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Segundo informações de bastidores, o suspeito advogado Paulo de Carvalho Souza, 42 anos, teria matado a também advogada Lucimara Stasiak, sua namorada e posto em sacos com gelo. Para o BOPE que chegou rapidamente assim que foi acionado, pois suspeito confessou que tinha matado sua namorada e iria se matar.

Ainda na última semana de março, a cidade que esta preparando um grande Congresso, amanheceu em luto.

Uma mulher chamada Carol Philipps, de 37 anos, cometeu suicídio. Ela tirou a própria vida na rua Silveira, no bairro Tabuleiro, em Camboriú, por volta das 15h30 desta sexta-feira, 29.

Segundo informações de algumas testemunhas, o marido da mulher teria ficado fora de casa por cerca de uma hora e ao retornar, encontrou a esposa morta. Ele acionou o Samu, mas não foi possível reanimá-la.

Carol era depressiva e fazia uso de medicamentos controlados. No mesmo dia, Philipps teria ido a uma unidade de saúde pedindo ajuda, mas mandaram ela voltar para casa.

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