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Jonathan Nemer aparece como mulher na moda do Snaptchat e fãs comentam

houve quem criticasse o artista por aderir brincadeira

O humorista Jonathan Nemer polemizou no instagram ao mostrar sua versão feminina, criada pelo aplicativo Snaptchat.O aplicativo que estava como morto,mas ressurgiu das cinzas,após publicar a novidade.Nemer falou sobre a brincadeira em seu instagram:

“Satanáis faz esses filtros, a gente é tonto e entra na brincadeira. De 0 a 10 que nota eu seria de mulher? kkkkkkkkkkk Pareço alguém? Escreva nos comentários”,brincou.

O comediante arrancou risadas dos internautas ,que perguntou com quem se parecia.Ele obteve as mais diferentes repostas,além de reações diversas também.Em sua maioria,os internautas compararam Jonathan Nemer a outros artistas.Alguns ainda disseram que o artista estava a cópia da irmã,da mãe e até da noiva.

A reação dos seguidores de Jonathan em sua maioria,foi positiva.Porém,houve quem também não gostasse e criticasse o comediante, colocando sua versão feminina na web.Apesar de ser moda,alguns comentaram que não cabia ao humorista aderir.Jonathan é um dos maiores comediantes e youtubers gospel do Brasil. Sua influência sobre os jovens e crianças vai além do que muitos pastores que se consideram influentes.

Uma onda de artistas e celebridades aderiram ao movimento e mostraram sua outra versão de gênero.No entanto,muito se discutiu o que as redes sociais estão pregando com tais campanhas de publicidade em cima de fazer os internautas criarem outra versão de si mesmos. Na opinião de muitos internautas, o que esses aplicativos e campanhas pretendem é incentivar a liberdade de gênero,a ideologia e fluidez de gênero pregada pro Joseph Butler,a idealizadora da doutrina. Para Butler,o ser humano precisa ter a fluidez de decidir e experimentar ser o que quer.

A influência e poder das mídias sociais ,reforçam essa doutrina,quando envolvem os internautas em experimentos sociais. A grande questão é,um influenciador digital do naipe de Jonathan Nemer deveria participar da brincadeira?

A questão pode-se tornar ainda maior se perguntarmos se os evangélicos deveriam apoiar a brincadeira sabendo que seu cunho pode ser difundir doutrinas antibíblicas.

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