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domingo, 17 janeiro, 2021

Bancada evangélica blinda Sergio Moro contra Greenwald

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Dayana Ribeiro da Silva
Dayana Ribeiro da Silvahttps://www.obuxixogospel.com.br/
Dayana Ribeiro Desde menina sempre foi apaixonada por televisão, noveleira assídua desde as tramas alá Maria do Bairro ou intensas como o furacão Carminha. Formada em Publicidade e Propaganda em 2014. Escreve desde que se conhece por gente.

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O atual ministro da justiça, Sergio Moro, está envolvido em uma grande polemica envolvendo as conversas vazadas através da atuação de hackers, que invadiram os celulares do ministro e outros procuradores e integrantes da Lava Jato.

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Sendo assim, a bancada evangélica, que acredita na honestidade de Moro, tomou a decisão de atuar como um escudo para o ministro, de modo a blinda-lo de possíveis investidas de esquerda que visem desestabilizar a operação Lava Jato e descredibilizar a atuação do ministro da justiça.

“Ele está blindado por nós”, afirmou o pastor Marco Feliciano (PODE-SP), que é atualmente um dos principais articuladores, que tem liderado a bancada evangélica. Ademais, o Deputado federal é vice-líder do governo na câmara dos deputados.

Feliciano fez tal afirmação após uma reunião, que promoveu um encontro entre Sérgio Moro e aproximadamente 30 parlamentares que pertencem a bancada evangélica

“Fizemos uma oração e abençoamos a vida dele. Pedimos que Deus dê tranquilidade ao ministro”, afirmou o pastor em uma entrevista para a jornalista Monica Bergamo, da Folha de São Paulo.

“Ele nos disse que foi um vazamento criminoso, que não pode confirmar nada até porque não sabe o conteúdo total”, declarou o pastor Marco Feliciano após a reunião. “Moro disse que está tranquilo, que quem não deve não teme e que não houve conluio algum”, acrescentou.

Simultaneamente, a PF tem investigado a invasão dos celulares. Acredita se que os próprios criadores do Telegram, que são muçulmanos, tenham atuado para facilitar a ação dos hackers por terem se chateado com o favoritismo de Bolsonaro à israel.

“Agentes da PF colheram informações que os levam a crer que os Durov, atualmente abrigados em Dubai, podem ter agido com motivações puramente ideológicas. Adeptos do islã, eles teriam ficado enfurecidos com a proverbial predileção do presidente Jair Bolsonaro por Israel em detrimento aos árabes […] Desmoralizar o juiz e a Lava Jato significaria enfraquecer o bolsonarismo e trazer a esquerda lulista de volta ao jogo”, contou a revista IstoÉ em uma matéria sobre a investigação.

 

“Não foi uma ação de um adolescente por trás de um computador. Tratou-se de um trabalho feito por uma organização criminosa altamente especializada”, alegou Sérgio Moro em um depoimento prestado no Senado dia 19 de junho, em uma quarta feira.

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