Homem é torturado e morto apenas porque fazia ações cristãs.

E sua esposa teve o braço decepado.

Um homem que traduziu a bíblia em Camarões, foi massacrado até a morte na manhã do último domingo (25), após um ataque enfrentado pela sua vila na noite passada. Durante o seu sofrimento com as torturas, o braço de sua esposa tinha sido decepado, segundo o ministério para o qual ele pertencia.

O tradutor do livro sagrado naquele país, Angus Abraham Fung, estava inserido entre as sete pessoas que foram assassinadas em meio a um ataque feito por religiosos extremistas islâmicos Fulani, em algum período no início da manhã desse domingo, na cidade de Wum, de acordo Efi Tembon, que coordena um ministério chamado ‘Oasis Network’.

Tembon executou alguns objetivos em Wum, antes de ser induzido a sair escondido do país por dizer ao Congresso dos Estados Unidos sobre o conflito em junho do ano passado. Ele afirmou ter recebido a informação por pessoas que sofreram também invasão pelos Fulani, que durou sábado à noite até o domingo pela manhã.

“Eles entraram nas casas e retiraram as pessoas”, esclareceu Tembon ao The Christian Post. “Eles atacaram à noite e ninguém esperava por isso. Eles simplesmente entraram nas casas, os tiraram e os mataram”

Tembon nega ter sido informado, com relação a  quantidade de pessoas que ficaram feridas no ataque, mas somente que a mulher de Fung, Eveline Fung, infelizmente teve o seu braço arrancado e estava recebendo uma transfusão de sangue em um hospital da região.

Quanto ao responsável pela tradução da Bíblia, Tembon recebeu a informação de que  Fung foi morto com golpes de facão.

“Não sei o que motivou o ataque. Eles chegaram e mataram pessoas”, colocou Tembon, declarando que o maior número de vítimas eram homens mais velhos de idade.

Fung tinha por volta de 60 anos e  executou tarefas por muito tempo com os tradutores da bíblia sagrada Wycliffe em uma versão do Novo Testamento na linguagem Aghem. O plano que foi realizado com sucesso no ano de 2016.

“Ele era um dos principais líderes comunitários de toda a tribo e fazia parte dos serviços de tradução e também coordenava os esforços de alfabetização”, explicou Tembon.

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