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Bolsonaro afirma que, não usará mais canetas “Bic”, pois são francesas.

Bic é uma empresa francesa fundada em 1945, conhecida por fabricar as famosas canetas “Bic”, as quais estão por todo o Brasil, no entanto, Bolsonaro afirma que nau usará mais está marca, “não é mais Bic não. A Bic é  francesa”.

A tensão entre o presidente francês Emmanuel Macron, e o atual presidente da República Jair Messias Bolsonaro, só aumenta a cada dia. Os dois governantes estão “causando” devido comentários de suas autorias, que foram publicados pelos mesmos, um cutucando o outro. Essa desavença é devida uma crítica feita pelo presidente francês, o qual ofereceu ajuda para custear aviões tanques para acabar com as queimadas na Amazônia.

Com isso, nesta última quinta-feira- dia 29, Bolsonaro fez uma declaração durante uma live em sua rede social.
Nela o presidente afirmou que não usaria mais a caneta “Bic” para assinar atos de governo, como de costume, porque a marca da caneta é francesa. E disse que só usará a marca de canetas “Compactor” que é de berço brasileiro.

“Tem que ter coragem e usar a caneta Compactor, não é mais Bic não. A Bic é  francesa” disse o presidente.
Na gravação estavam presentes ao seu lado o chefe do Gabinete de Gestão Institucional (GSI) e o general Augusto Heleno. Nela Bolsonaro fez declarações sobre assuntos que se destacaram na semana e anunciou os indultos que serão concedidos no fim deste ano que deveram beneficiar “policiais presos injustamente”.

A caneta usada pelo presidente foi um dos principais destaques assim que ele assumiu. Muitos o elogiaram pelo uso de uma caneta simples, rejeitando o uso da caneca que antes era usada que custava alguns milhares de reais, a caneta Montblanc banhada a ouro, que foi usada pelo ex-presidente Lula e Dilma. A qual não foi usada para assinar seu termo de posse, como de costume. Contudo a caneta que ele usou em sua posse era da marca Compactor, e após assumir mudou para a “Bic”.

Outra vez que a caneta que o presidente usou virou notícia, foi quando ele a usou para a assinatura do decreto com regras sobre a venda de armas em janeiro, e após a assinatura ele mostrou a caneta aos jornalistas.

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