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quinta-feira, 21 janeiro, 2021

A bancada de procuradores da Lava-Jato, pediu demissão, caso Raquel Dodge não seja destituida do cargo.

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Dayana Ribeiro da Silva
Dayana Ribeiro da Silvahttps://www.obuxixogospel.com.br/
Dayana Ribeiro Desde menina sempre foi apaixonada por televisão, noveleira assídua desde as tramas alá Maria do Bairro ou intensas como o furacão Carminha. Formada em Publicidade e Propaganda em 2014. Escreve desde que se conhece por gente.

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Nesta última quarta-feira dia 04, foi enviado a Procuradoria-Geral da República (PGR), um pedido de demissão coletiva de seu próprio grupo de trabalho da Lava-Jato, como principal motivo a procuradora-geral Raquel Dodge, o grupo afirma que ela é o motivo da decisão. 

Raquel Branquinho, Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Hebert Mesquita, Victor Riccely e Alessandro Oliveira, são os seis procuradores que compõem o grupo de trabalho das forças-tarefas da Lava-Jato em Curitiba e no Rio. 

“grave incompatibilidade”, afirmaram os seis procuradores em relação a procurado-geral Raquel, eles não falaram os motivos que os impulsionou a pedir demissão, contudo, a suspeitas de que seriam pelo caso de que, Dodge enviou ao Supremo Tribunal Federal STF, na noite dessa última terça-feira dia 03, a delação de Léo Pinheiro,  pedindo uma homologação do acordo, e os seis procuradores afirmaram estarem insatisfeitos com o caso, mas Raquel Dodge, mesmo sabendo que os seis não aprovavam decidiu por si própria enviar o pedido. 

Dodge pediu para que fossem arquivados as preliminarmente dos trechos da delação que envolviam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia DEM-RJ, e o ex-prefeito de Marília, São Paulo, José Ticiano Dias Toffoli, irmão do presidente do Supremo Tribunal Federal, José Antonio Dias Toffoli. Esse foi o principal foco da insatisfação. 

Léo Pinheiro, o ex-presidente da OAS, declarou em sua delação que, ele fez doações e repasses via caixa dois a Maia em troca da defesa de interesses da OAS no Congresso, no entanto, no seu anexo ele afirmou que o ex-prefeito de Marília recebeu caixa dois e propina. 

O atual presidente Jair Bolsonaro, declarou que amanhã terá o novo nome do novo procurador-geral da República. 

“Devido a uma grave incompatibilidade de entendimento dos membros desta equipe com a manifestação enviada pela PGR ao STF na data de ontem (03.09.2019), decidimos solicitar o nosso desligamento do GT Lava Jato e, no caso de Raquel Branquinho, da SFPO. Enviamos o pedido de desligamento da data de hoje. Foi um grande prazer e orgulho servir à Instituição ao longo desse período, desempenhando as atividades que desempenhamos. Obrigada pela parceria de todos vocês. Nosso compromisso será sempre com o Ministério Público e com a sociedade.” descreve a íntegra do comunicado. 

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