Brasil

Padre é obrigado a responder na justiça por declarações LGBTfóbicas

Clérigo disse que está sendo perseguido

Um líder católico vem sofrendo represálias após ter feito comentários durante uma celebração que realizava numa paróquia,situada em Recife, capital do estado de Pernambuco.

De acordo com informações, o padre Rodrigo Alves de Oliveira Arruda, que é ministro na Congregação do Sagrado Coração, vem sendo alvo de investigações,  por conta de o padre ter apresentado uma postura um tanto quanto rígida em seu sermão.

O clérigo foi compreendido como tendo uma postura Lgbtfóbica, por ter pedido que os membros que estavam presentes na cerimônia católica, dirigida por ele, firmassem por escrito em um documento seu descontentamento com o ato da criminalização da homofobia. Tal documento teria como finalidade desarticular decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como a de incorporar os crimes sofridos por membros da comunidade LGBT aos crimes de ordem racista.

A sindicância foi aberta após denúncia realizada por militantes do Movimento LGBT Leões do Norte. O Magistrado Maxwell Anderson de Lucena Vignoli, atuante da 7ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da capital pernambucana de Recife, disse que está averiguando se houve ou não perseguição contra a comunidade.

Em meados de junho, deste mesmo ano, os crimes de ordem moral cometidos contra  Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgênero foram enquadrados aos crimes de origem racial.

Segundo o padre a acusação sofrida por ele serve como uma forma de inibir a voz do povo cristão.

 

 

 

 

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