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domingo, 17 janeiro, 2021

Pastor da Lagoinha critica reabertura de igreja e gera polêmica entre pastores

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Dayana Ribeiro da Silva
Dayana Ribeiro da Silvahttps://www.obuxixogospel.com.br/
Dayana Ribeiro Desde menina sempre foi apaixonada por televisão, noveleira assídua desde as tramas alá Maria do Bairro ou intensas como o furacão Carminha. Formada em Publicidade e Propaganda em 2014. Escreve desde que se conhece por gente.

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Um pastor da Igreja Lagoinha em Rio Branco usou suas redes sociais para falar sobre sua visão em relação ao fechamento das igrejas durante a pandemia.

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Segundo o pastor Marcelo Torres, ele discorda de alguns pastores que criticam o distanciamento social, por quererem a reabertura das igrejas.

Para ele, o decreto em que as igrejas devem se manter fechadas durante este período tem sido descumprida por uma suposta “perseguição religiosa”.

Em vários estados do Brasil, cultos e celebrações presenciais foram suspensas para evitar aglomerações de pessoas, sendo assim, possível diminuir o número maior de pessoas infectadas pela Covid19.

Marcelo criticou alguns líderes que comparam as igrejas a bares ,já que por enquanto, bares foram permitidos funcionar e igrejas não.

“Não se pode comparar a postura de uma igreja com um bar. Da igreja se exige um padrão moral muito mais elevado”,disse o pastor.

Torres continua a escrever em sua publicação que a igreja “deve ser ética, guardiã dos bons atos, defensora da vida e deve agir dentro da lei. Se um bar está aberto… e daí? A igreja vai usar isso pra justificar sua desobediência? O bar virou parâmetro pra igreja?”.

Para o pastor, não se justifica a comparação entre um bar e uma igreja, sendo que o número de pessoas são totalmente diferentes .

“Lideres pregam a obediência mas não obedecem? Se estão abrindo estão na prática de desobediência. Se forem penalizados não é perseguição…é justiça”, finalizou.

A poucos dias, uma igreja ,em protesto, aproveitou seu aniversário de fundação para protestar, tornando o espaço da igreja em uma espécie de bar, onde mesas e cadeiras foram montadas e pastores serviam bíblias aos seus “ clientes”.

O protesto chamou a atenção nacional, em que o pastor dizia que era perseguição religiosa, quando bares podem ser reabertos e igrejas não.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2328953064079666&id=100008949856502

 

 

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