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Collina cita gol anulado do Egito contra Argentina e defende atuação do VAR na Copa

Chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, usou o polêmico gol anulado do Egito nas oitavas para justificar o uso do VAR e afirmou que a ferramenta acertou.

Pierluigi Collina em coletiva de imprensa com logo da Fifa ao fundo, defendendo o uso do VAR na Copa.
Pierluigi Collina em coletiva de imprensa com logo da Fifa ao fundo, defendendo o uso do VAR na Copa.

O presidente do Comitê de Árbitros da Fifa, Pierluigi Collina, recorreu à polêmica do gol anulado do Egito contra a Argentina nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 para defender a atuação do VAR na competição. Em coletiva nesta quinta-feira (9), o italiano afirmou que o sistema de vídeo acertou ao intervir no lance que eliminou os egípcios.

A declaração de Collina gerou debate entre torcedores e analistas, especialmente entre a comunidade gospel brasileira, que acompanha com atenção as decisões esportivas. Muitos evangélicos consideram a Copa um momento de união e testemunho, e a discussão sobre a arbitragem tem sido tema de orações e reflexões nas redes sociais.

O lance polêmico

No jogo entre Egito e Argentina, realizado em 30 de junho, o atacante egípcio Mohamed Salah marcou um gol que poderia ter empatado a partida, mas o VAR identificou um impedimento milimétrico no início da jogada. A decisão causou revolta entre jogadores e torcedores egípcios, que acusaram a arbitragem de favorecer a seleção sul-americana.

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Collina, porém, foi categórico: “O VAR foi usado corretamente. A tecnologia mostrou que houve impedimento, e a decisão foi acertada. Não há margem para dúvidas”. A fala do dirigente reacendeu o debate sobre a subjetividade do futebol e o papel da tecnologia no esporte.

Nas redes sociais, a hashtag #VARinjusto chegou aos trending topics no Brasil, com muitos torcedores questionando a precisão do sistema. Entre os evangélicos, o assunto também dominou grupos de WhatsApp e perfis de influenciadores. Alguns lembraram de passagens bíblicas sobre justiça e discernimento, como Provérbios 21:15: “A execução da justiça é alegria para o justo, mas espanto para os que praticam a iniquidade”.

Repercussão gospel e lições de fé

Na comunidade cristã, o episódio tem sido comparado a situações de injustiça e superação. Pastores e influenciadores evangélicos usaram o caso para falar sobre confiança em Deus mesmo diante de decisões adversas. “Assim como no futebol, na vida nem sempre entendemos os desígnios de Deus, mas precisamos confiar que Ele está no controle”, escreveu um pastor no Instagram.

A polêmica também gerou discussões sobre ética e transparência no esporte, valores caros aos evangélicos. Muitos fiéis pedem que a arbitragem seja cada vez mais justa, para que o testemunho cristão no futebol seja preservado. Em algumas igrejas, o caso foi citado em cultos como exemplo de como lidar com decisões que parecem injustas aos olhos humanos.

Collina, por sua vez, encerrou sua fala reafirmando o compromisso da Fifa com a imparcialidade. “O VAR não é perfeito, mas nos ajuda a tomar decisões mais justas. Nosso objetivo é sempre a verdade desportiva”, concluiu. A declaração, contudo, não deve encerrar o debate: a comunidade gospel segue atenta aos próximos capítulos da Copa, orando para que a justiça prevaleça dentro e fora dos campos.

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