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Takayama abandona política e pretende voltar ao ministério.

"sinto que serei mais útil na Obra de Deus”, disse Takayama.

O pastor Takayama, afirmou em uma entrevista dada ao JM, que sente que será mais útil na obra de Deus do que no congresso.

Desta forma, o ex-deputado federal, que também já foi líder da frente parlamentar evangélica, afirmou que pretende voltar a realizar cruzadas evangelística, como costumava fazer antes de ocupar o cargo no senado.

“Ter crentes no Congresso, também é ser soldado. Só que no meu caso, acredito, estou em oração, sinto que serei mais útil na Obra de Deus”, disse Takayama.

O pastor HIdekazu Takayama, possui atualmente 71 anos e influenciou toda um ageração de líderes e pregadores, sendo inclusive considerado um dos maiores pregadores do mundo. Durante aproximadamente 40 anos ele realizou cruzadas evangelísticas que impactaram os corações de milhões de pessoas a nível mundial.

Segundo ele, hoje em dia há um anova geração de representantes políticos que se encontra “muito bem preparada (juridicamente e intelectualmente) para fazer esse serviço: ocupar as trincheiras do legislativo para proteger a liberdade religiosa neste país de 86.8% de cristãos”.

“É preciso lembrar, que há 2 lados nessa questão. O espiritual e o material…simples como pomba é o lado espiritual, mas a  lição da ‘prudência de serpente’ mostra que tem que ser mais que “ter os pés no chão (lembrando que serpente nem tem pés. O corpo todo está no chão)”, ressaltou ele, fazendo essa analogia à necessidade de haver cristãos que representem politicamente os cristãos.

“A Igreja espiritual (representado pela pomba), é Deus quem cuida dela. É a Igreja invisível, mas a instituição, as denominações cristãs, somos nós que cuidamos. O lado prudência de uma serpente” explicou ele.

“Há uma propaganda esquerdista – ateia dizendo que o país tem que ser laico. Mentira. A Administração, o governo tem que ser laico, mas o povo brasileiro é cristão. Segundo dados dos IBGE de 2015, somos 86,8% da população”, afirmou ele.

“Assim como os governos dos países árabes respeitam o Islamismo/muçulmanos por serem maioria, o governo laico, brasileiro, tem que respeitar o pensamento da maioria cristã. Não queremos que essa maioria cristã exija, ou tenha, um governo de exceção, uma ditadura, mas, jamais iremos aceitar que uma minoria queira impor regras nesse país de vocação cristã”, concluiu.

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