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O retorno das sentenças de morte nos EUA após 16 anos

A prática foi retomada após 16 anos.

Willian Barr, o procurador geral dos Estados Unidos, noticiou uma surpreendente é chocante novidade nesta quinta-feira. De acordo com ele, a partir de dezembro a utilização da pena de morte será usada novamente pelo governo federal, depois de um longo período de abstenção de 16 aproximadamente anos, a qual foi estimulada pelo atual presidente.

A polêmica decisão tem gerado embates em todas as esferas sociais e políticas no país.

Depois da última em 2003, as primeiras punições já estão sendo preparadas, ao todo são 2,6 mil prisioneiros no corredor da morte, e o governo escolheu para a retomadadas execuções ao menos cinco indivíduos, estes cinco detentos já se encontram na lista por terem praticado assassinatos com alto teor de violência, os quais mataram violentamente crianças a sangue frio.

Barr conjunto com o direcionamento do presidente Donald Trump que está de acordo a respeito da pratica de punições mais rígidas para crimes de maior teor violento, estabeleceu diante ao ¨EFP¨ Escritório Federal de Presídios que fosse aprovado à atualização para um protocolo que possibilitaria a utilização de uma injeção letal, dos 50 estados dos EUA 21  extinguiram a pena de morte e optarão por continuar em abolição de tal pratica,uma punição letal mas não dolorosa, compara aos assassinatos por eles executados.

De fato, a finalidade é de expandir o horizonte para pôr em andamento as sentenças de morte, contudo a muitos opositores á pena de morte que argumentam entre outras coisas que a justiça federal condena mais negros do que brancos a pena de morte.

Sendo o sétimo na lista de países que possuem a pena de morte, afirmou Barr conforme o assunto ¨O Departamento de justiça defende o estado de direito, e devemos ás vitimas e ás suas famílias levar adiante a sentença imposta por nosso sistema judiciário e acrescentou no seu discurso que ¨fazer justiça ás vitimas dos crimes mais horríveis ¨.

 

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