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Ex-presidente Lula será transferido para P2 de Tremembé mesmo juíza e MPF sendo contra.

O detento será transferido para a penitenciária em São Paulo, porém seus advogados querem fazer um pedido de liberdade provisória.

A Penitenciária Dr. José Augusto César Salgado mais conhecida com P2 de Tremembé, que foi criada após a desativação do Carandiru, será o novo lar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o detento será transferido para a unidade ainda este ano, porém ainda não há data definida para o transporte do detento. A unidade conhecida por conter detentos de grande repercussão.

A petição para a transferência do ex-presidente foi enviada pela Superintendência Regional da Polícia Federal, a causa da transferência por eles alegada e de que por causa do detento e de sua segurança o órgão tem de atuar de forma permanentemente para evitar contendas entre os detentos de grupos diferentes com o atual preso, que tiveram que alterar a rotina de funcionamento de toda a unidade e que as entalações não são apropriadas para detentos de longa permanência.

Logo o juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci, da justiça estadual decidiu optar pela transferência do detento. Contudo a juíza determinou que durante o percurso seja mantida a “integridade física, moral e psicológica do preso, bem como sua imagem – como, aliás, deveria ser observado em relação a qualquer cidadão”, supondo assim que não é preciso o uso de algemas para a sua transferência.

Porém os advogados do detento Lula afirmam que o ex-presidente deve ser realocado em uma unidade militar em uma sala de Estado-Maior e pedem pela suspensão da análise feita pela requisição da PF até ser apresentado um pedido de liberdade provisória, eles defende sua hipótese dizendo que, “o cumprimento antecipado da pena pelo peticionário deve ocorrer em Sala de Estado-Maior, em instalações militares situadas no raio da Grande São Paulo, conforme disponibilidade das Forças Armadas a ser informada pelo Exmo. Sr. Ministro da Defesa”.

No entanto a juíza Carolina Lebbos argumentou que não há necessidade de uma transferência para uma unidade militar. E por sua vez o Ministério Público Federal se mostrou contra o pedido de transferência do detento, que a relocação do ex-presidente poderia ocorrer após o fim das investigações e processos.

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