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Igrejas na Inglaterra recorrem a atrações para com êxodo de fieis.

Igrejas se desdobram até em campos de golfe para atrair membros.

Segundo o jornal Extra, as igrejas da Inglaterra estão passando por um momento de perda de membros, as  quais optaram por trazer atrações para atrair novos fieis.

A Inglaterra, local de nascimento de Shakespeare e dos Beatles, um país cheio de belezas esculturais, lar de grandes obras da engenharia e de centros universitários da famosa Oxford. Contudo um grande escândalo tem rondado as igrejas inglesas. Elas têm enfrentado um êxodo, e seus líderes estão apelando por áreas de entretenimento, estes apelam para que os seus visitantes sejam atraídos pelas atrações e através delas os lideres tentam abrir espaço para que eles preguem a palavra de Deus.

Catedral de Rochester, anteriormente conhecida como Catedral de Cristo e da Bendita Virgem Maria optou por instalar em um parque de diversões em seu espaço, com o intuito de fazer com que as crianças atraiam seus pais para o local.

De acordo com o site GOSPELMAIS as atrações organizadas pelas igrejas estarão em funcionamento até o final do verão do hemisfério norte. Contudo, a igreja se pronunciou dizendo que esta organização de eventos foi para que seu espaço não ficasse vazio como sempre fica nesta temporada de julho a setembro.

“Todos os anos em agosto limpamos todas as cadeiras desta parte da catedral. E, às vezes, isso significa que temos apenas um grande espaço vazio, o que é lindo. Mas pensamos que esse ano seria legal ter uma atividade onde as pessoas poderiam aprender e se divertir enquanto estão aqui” afirmou a igreja.

Segundo o pastor Jhon Piper ex-líder da Igreja Batista Belém “se você atrair as pessoas com riquezas, facilidades, saúde, brincadeiras, adoração superficial, posando de alegria em Cristo, você vai atrair as pessoas e se tornar uma enorme igreja. Mas Cristo não será visto em Sua glória e a vida cristã não será vista como o caminho do Calvário que é”.

Em seguida, se queixou dizendo “Dirijo-me com consternação a respeito de serviços religiosos que são tratados como programas de rádio comuns, que mostram as coisas como entretenimento, alto astral, etc. como forma de fazer as pessoas se sentirem alegres, saltitantes. Eu digo: você não sabe que há pessoas morrendo de câncer? Você não sabe que alguns estão vivendo mal financeiramente? E você está se empenhando em criar uma atmosfera que de diversão? Eu só não entendi. Isso não é o que somos”.

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