Brasil

Evangélicos se recusam a executar música de religião africana na UFRJ tornam-se alvo de haters

Professora exigiu que aluno cantasse a música Toadas de Xangô

O Jornal O Globo divulgou uma notícia sobre um grupo de evangélicos que se recusaram a a cantar música de religião de matriz africana.

A professora de canto da UFRJ Andrea Adour relatou uma situação que viveu em sala de aula na faculdade, quando um aluno evangélico recusou-se a cantar uma música de religião afro-brasileira. A canção “toadas de Xangô” deveria entoada pelo aluno cristão que questionou: “e se eu receber alguma entidade?”, indagou o jovem.

A confusão estava armada. A professora conseguiu fazer o jovem cantar a força, embora não conseguisse convencê-lo de seu discurso de perspectiva laica da arte. A professora ainda relatou que o fato é bem comum na sala de aula. Os alunos evangélicos se recusam a cantar músicas de outras religiões e chegam até trancar a matrícula da faculdade se houver muita insistência.

após divulgada a matéria no jornal o Globo, vários comentários no instagram do editorial surgiram atacando os evangélicos.

“Eles resistem a tudo. Só a religião deles é a certa. Pelo menos uma parcela deles pensam assim. Saber sobre outras religiões e culturas não muda a sua convicção a menos que vc queira muda-lá”,disse um internauta.

Recentemente alguns cantores evangélicos que tem suas carreiras seculares, foram taxados de intolerantes religiosos por conta de não cantarem a palavra yemanjá em suas músicas. O cantor Xandy do Harmonia do Samba foi atacado por uma atriz que filmou o momento em que ele se apresentava e não cantava a palavra na música. A dupla Simone e Simária da mesma forma, se apresentava em uma premiação musical ao lado de vários ícones da MPB e foram criticadas por não mencionarem a palavra Yemanjá presente na letra da música. Os cantores desconversaram mesmo assim foram atacados nas rede sociais.

Os cantores desmentiram as acusações e mas continuaram atacados de todos os lados.

Dayana Ribeiro da Silva

Dayana Ribeiro Desde menina sempre foi apaixonada por televisão, noveleira assídua desde as tramas alá Maria do Bairro ou intensas como o furacão Carminha. Formada em Publicidade e Propaganda em 2014. Escreve desde que se conhece por gente.

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