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quinta-feira, 26 novembro, 2020

Homem solto durante desentendimento entre promotor e juíz por causa de máscara, é condenado a 14 anos de prisão

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Dayana Ribeiro da Silva
Dayana Ribeiro da Silvahttps://www.mvnoticias.com.br/
Dayana Ribeiro Desde menina sempre foi apaixonada por televisão, noveleira assídua desde as tramas alá Maria do Bairro ou intensas como o furacão Carminha. Formada em Publicidade e Propaganda em 2014. Escreve desde que se conhece por gente.

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Julgamento foi realizado em Araguaína — Foto: Marcos Filho/Governo do Tocantins

Terminou o julgamento de Francimar Queiroz de Oliveira, acusado da morte da ex-mulher, Soraia da Paz Costa em 2019.

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O réu foi condenado a 14 anos de prisão pelo assassinato nesta segunda-feira (26).

Ele foi preso na época do crime, mas acabou solto em setembro após ter a audiência cancelada por desentendimento entre promotor e juiz.

Mesmo condenado, Francimar Queiroz continuará solto porque ganhou o direito de ficar em liberdade enquanto recorre da sentença.

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O julgamento foi em um júri popular. A investigação da Polícia Civil aponta que ele esfaqueou a ex-esposa dentro do banheiro de um bar após ela se recusar a ir embora acompanhada por ele.

O réu foi condenado  por feminicídio, qualificado, ainda, motivo fútil e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

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Francimar Queiroz não foi o único réu solto durante o desentendimento entre o promotor de Justiça Pedro Jainer Passos e o juiz Francisco Vieira Filho.

Alessandro Soares Ribeiro, acusado da morte de Valter Alves Muniz após uma discussão numa loja de conveniência, também foi solto.

Ribeiro também foi condenado pelo assassinato, mas o júri entendeu que não houve intenção de matar e por isso ele vai cumprir a pena em regime aberto.

Condenação dupla

Por causa da pandemia, os julgamento só puderam ser retomados após a instalação de uma cabine no local em que a defesa e a acusação fazem a sustentação oral.

Foi permitida a retirada da máscara de proteção neste momento das audiências.

Os outros dois julgamentos também chegaram a ser cancelados, mas os réus continuaram presos porque respondiam a outros crimes.

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O Ministério Público recorreu da condenação por homicídio culposo de Alessandro Soares e disse que também vai recorrer da permissão para que Francimar Queiroz recorra em liberdade.

Os dois casos foram julgados na primeira instância e devem ser encaminhados para o Tribunal de Justiça do Tocantins.

Fonte: G1

 

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