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Pastor diz “Igreja não levanta placa de filho da puta negro e viado” e causa polêmica

“Igreja não levanta placa de filho da puta negro e viado”, diz pastor.

“Igreja não levanta placa de filho da puta negro e viado”, diz pastor.
Pastor Tupirani da Hora Lores (Reprodução)

Um vídeo controverso se tornou viral online. Nele, o pastor Tupirani da Hora Lores exprime ódio em um discurso racista, sexista e homofóbico.

A “pregação” aconteceu em um serviço no templo Pentecostal Jesus Cristo Geração em Fluvia de Agua de Janeiro. Vale notar que o homem religioso já foi preso pelo crime de intolerância religiosa por chamar os judeus de “vermes”.

Desta vez, Tupirani começa seu discurso atacando diretamente a pastora Karla Cordeiro, que também mencionou em um serviço que “é ilógico para os cristãos levantar bandeiras políticas, bandeiras negras, bandeiras LGBTQ”.

Karla Cordeiro retraiu o discurso racista e homofóbico que ela espalhou entre a população após a conseqüência negativa do vídeo.

Como resultado, o Pastor Tupirani tomou a decisão de enviar uma mensagem ao pastor: “Querido, não vá nesta plataforma de prostitutas para tentar pregar, você não foi chamado para isso, eu fui chamado para isso”. Se você pede desculpas pelas quais menciona no santuário um gerente de cretino, um cretino mundano, um espiritualista, um católico ou qualquer outra crença, você está louco.

Ele então ataca o pastor com esses sexistas e chega ao ponto de condenar os fiéis de sua Congregação.

“Você sabe o que você é Karla Cordeiro? Você é uma puta, você é uma prostituta, seu pastor deve ser um maricas, toda a sua congregação é uma congregação de prostitutas. Vocês não são evangélicos, malditos sejam, que sua garganta apodreça por ter ousado tocar o nome de Jesus, sua raça de prostitutas e meretrizes, é o que vocês são”, disse ele.

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O pastor, que havia sido condenado em 2008 e preso em 2012 por intolerância religiosa, permaneceu agressivo em seu discurso, não mostrando medo das autoridades e até mesmo pedindo-lhes que o repreendessem pessoalmente:

“Que o responsável venha e me peça para me retirar, ele não é homem suficiente para isso, eu sou um vencedor no sistema, ninguém me detém”. Eu falo, envio-os para o inferno e continuo a enviá-los. Que a polícia federal volte a entrar em minha casa para ver se eu cresço ou encolho, caramba!

Para concluir sua pregação de ódio puro, Tupirani afirma que o santuário não cria “filhos da puta negros, políticos e bichas”.

Veja o vídeo:

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Dayana Ribeiro da Silva

Dayana Ribeiro Desde menina sempre foi apaixonada por televisão, noveleira assídua desde as tramas alá Maria do Bairro ou intensas como o furacão Carminha. Formada em Publicidade e Propaganda em 2014. Escreve desde que se conhece por gente.

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