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quinta-feira, 26 novembro, 2020

Pastor da Assembléia é preso por pregar no Maranhão

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Dayana Ribeiro da Silva
Dayana Ribeiro da Silvahttps://www.mvnoticias.com.br/
Dayana Ribeiro Desde menina sempre foi apaixonada por televisão, noveleira assídua desde as tramas alá Maria do Bairro ou intensas como o furacão Carminha. Formada em Publicidade e Propaganda em 2014. Escreve desde que se conhece por gente.

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Juíza manda Polícia prender pastor que fazia pregação no Maranhão e gera  revolta no evangélicos

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A juíza Anelise Nogueira Reginato mandou a  polícia prender um Pastor que estava pregando o Evangelho nas ruas da cidade de Coroatá/MA com uma caixinha de som. O fato aconteceu ontem, 10/11/2020. O Pastor Natanael Diogo é colunista oficial do Jornal Mensageiro da Paz, da CPAD.

Os membros da Assembleia de Deus (COMADESMA/CGADB) estão indignados e espantados com o abuso de autoridade da juíza  naquela cidade.

Segundo o Pastor daquela cidade e os membros que viram os fatos , O Pastor Natanael junto a irmã Rosinha estavam dirigindo o culto em frente o fórum.

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E a juíza que mora próximo solicitou que o som da pequena caixinha de som fosse baixado.

O Pastor de imediato obedeceu a ordem e abaixou o som, mesmo sendo no dentro do horário permitido por lei.

Mesmo assim, poucos minutos depois, surgiu uma viatura da Polícia, onde os policiais interromperam  o culto religioso, deteram a irmã “Rosinha e o Pastor Natanael Diogo e levando-os para a delegacia local.

A Juíza Análise saiu gritando na rua, batendo na porta , dizendo que mandou baixar o som e ninguém abaixou. Porém os membros que estavam presentes, afirmam que eles abaixaram o som e ficaram quase sem som. O Pastor Natanael falou que a lei assegurava a eles o direito de fazer o culto, porém a juíza falou: “A LEI SOU EU, EU SOU A LEI”.

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Vale destacar que a atitude da Juíza e dos policiais feriram o código penal, em seu artigo 208, que diz:

“Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.
Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.”

Está marcado para hoje em frente à delegacia uma grande manifestação de todos os crentes da Assembleia de Deus naquela cidade, todos os pastores e obreiros em repúdio a esse abuso de poder da Juíza Anelise Nogueira contra o Pastor que estava simplesmente pregando o Evangelho.

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